As consequências a longo prazo da persistência da fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 17/07/2023

Em 2022 o número de pessoas que optam por fazer intercambio aumentou em relação à 2019, segundo a Associação Brasileira de Agências de Intercâmbio ano passado cerca de 455 mil pessoas fizeram intercâmbio. Essa fuga para estudar em outros países pode significar várias coisas, dentre elas um ensino não muito bom nas faculdades do Brasil, ou a falta de valorização de profissionais no país.

Em primeiro lugar, segundo pesquisas de hanking de melhores faculdades do mundo, o Brasil possui 35 universidades nesta lista. Sendo assim, o ensino por aqui é um dos melhores, o problema está depois da formação, pois é nesse momento que os estudantes se sentem desvalorizados.

Visto que não conseguem crescer no país, estudantes buscam estudar e especializar em outros países, pois lá fora eles conseguem ser reconhecidos pelas suas descobertas. Recentemente, em uma reportagem sobre uma descoberta de um médico está sendo divulgada em várias mídias para descobrir se é válida. Esse médico é um brasileiro, seu nome é Marcio Aurélio Martins Abreu, mais conhecido como Marc Abreu. O que é preciso focar na história desse médico é que ele foi para os Estados Unidos justamente por não ter tido reconhecimento pela sua descoberta em 2003 de um termômetro cerebral que poderia ajudar na descoberta de tratamentos para doenças graves.

Diante do exposto, é necessário que o governo tome medidas para criar campos de pesquisas mais valorizados no país. Além disso, é importante que as mídias também passem a dar credibilidade as tais descobertas, tanto para serem pesquisadas a fundo, tanto para serem usadas e até mesmo salvar vidas. Essas decisões podem ajudar a melhorar ainda mais o ensino no Brasil e fazer com que aqui as pessoas possam acreditar em suas profissões e seus papeis.