As consequências a longo prazo da persistência da fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 24/10/2023
O filme “Uma Vida Melhor” retrata o sonho de imigrantes ilegis de entrarem nos Estados Unidos para terem uma vida mais digna. Fora da ficção, cientistas do Brasil estão imigrando para países que trazem melhores condições de trabalho. Observando-se que os motivos que podem levar a esse cenário são as situações precárias oferecidas e a ineficácia do Estado em ofertar melhores condições laborais.
Primeiramente, o incentivo educacional nacional não fornece subsídios suficientes para o meio acadêmico. Segundo o escritor, Aldoux Huxley, os fatos não deixam de existir só porque são ignorados. Dessa maneira, há um silenciamento por parte dos governantes frente a esse assunto, corroborando assim, para as estimativas apresentadas. Logo, medidas devem ser acionadas para reverter essas condições.
Ademais, políticas de apoio em pesquisas são ineficazes para evitar o movimento em massa dos pesquisadores profissionais para outros países. De acordo com Thomas Hobbes, filósofo, o Estado é responsável por garantir o bem-estar do cidadão. Contudo, de forma ineficiente, não consegue suprir as necessidades de seus cientistas, tendo como consequência a perda de mão-de-obra qualificada. Dessa forma, medidas de incentivo na área acadêmica devem ser levadas em consideração para que este tipo de situação seja controlada.
Nesse viés, é necessário que melhores condições no ramo da pesquisa sejam garantidas. Cabe ao Estado, por meio do Ministério da Educação, realizar mais incentivos para o financiamento de projetos, destinando recursos suficientes para a aquisição de equipamentos e oferecer reajustes nas bolsas ofertadas a esses profissionais. Com isso, a saída de cientistas para fora do país teria uma diminuição significativa, proprocionando melhores condições de trabalho e subistência. Portanto, como o que foi observado em “Uma Vida Melhor”, deixaria de ser realidade em comparação à ciênica brasileira.