As consequências a longo prazo da persistência da fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 16/06/2024
Sonho de muitos brasileiros, conquistar um diploma universitário costumava significar a entrada em posições privilegiadas no mercado de trabalho. No entanto, nos últimos anos, a valiosa graduação deixou de ser sinônimo de emprego no país. Assim, a busca por oportunidades em países da Europa e nos Estados Unidos levou jovens por formados a aderirem ao fenômeno que especialistas classificam como “fuga de cérebros” há ainda uma negligência do governo.
Em linhas gerais, o fenômeno mundial e consiste na saída de profissionais qualificados de países menos desenvolvidos em busca de melhores condições de emprego e renda. Diante disso, a falta de oportunidades e desvalorização profissional de seu país de origem fazem com que eles busquem uma chance de atuar no exterior, onde geralmente encontrem melhores condições. Nesse viés, no médio a longo prazo a evasão de um monte desses profissionais.
Outrossim, a fuga de cérebros é um tipo específico de emigração caracterizados pela saída de profissionais altamente qualificados dos seus países de origem. Segundo o IBGE(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cerca de 63% dos formados em doutorado no país não acham emprego, ou concurso aberto em sua área e, por isso saem do país. Ademais, isso significa um prejuízo para o país, já que é um atraso socioeconômico.
Destarte, para resolver ou mitigar a evasão de profissionais do país, cabe ao Governo Federal abrir vagas de emprego para sugar esses profissionais isso pode ser feito com uso de arrecadação pública. Além disso, garantir bolsas de estudos aos graduandos e pesquisadores do país quem sabe assim a fuga de cérebros ficará no passado.