As consequências da pirataria para a sociedade

Enviada em 26/07/2019

Viabilização da penumbra: pirataria

No livro “O Conceito de Direito”, do filósofo grego H. L. A. Hart, é dissertada a aplicação de regras em determinadas circunstâncias. Ressai-se que estas se abarcam de duas maneiras: a zona de foco e a zona de penumbra. A primeira é engendrada facilmente e improvida de controvérsias, já a posterior corresponde à dificuldade, dona de oscilações quanto ás decisões. Desta forma, é possível compreender que a pirataria é regrada pela zona de penumbra, pois é patenteada pelo público no qual exige liberdade informacional, acarretando dúvidas quanto às regras iniciais tomadas como corretas.

O livre ádito à informação se reverteu historicamente para um direito natural do sujeito, alentando-o a quitar uma produção barata. Em decorrência da zona de penumbra na pirataria, a problemática primordial é desmemoriada: a destruição de empresas de entretenimento que alicerçam o capitalismo presencial não só em nosso país, como também desvalorizam a árdua produção de autores e escritores. “O problema é cultural. O brasileiro aceita a pirataria, alimenta essa ideia de ‘jeitinho brasileiro’, de querer levar vantagem, pagar menos em tudo”, comentou o coordenador do grupo de trabalho antipirataria da ABES, Associação Brasileira das Empresas de Software.

Ademais, a fidúcia corrobora com o adquirimento de vírus subversivos sortidos em determinados sites promotores de pirataria, bem como a confiança em camelôs viabiliza possíveis prejuízos, como a disfunção de CDS pagos aos mesmos. Em consequente destes fatores, o CNPC (Conselho Nacional de Combate à Pirataria) tem se sobressaído ultimamente, não obstante a tamanho combate, visto que o tráfego do problema manifesta-se através de milhões de indivíduos.

De forma eficaz, portanto, deve-se focalizar a destruição não só dos produtos falsificados entrincheirados nas vendas dos camelôs e feirantes, mas também nos laboratórios onde a pirataria é gerada, para que impossibilite o tráfego destes artefatos; altear o serviço do CNCP para o manejamento metódico das aplicações sobre a tese em questão e assolamento dos vírus, e sobretudo, este deva funcionar como um RNA transportador, direcionando informações para os demais belicosos ou apropriados da zona de foco quanto ao assunto abordado, para que simultaneamente, os ideais regrados não atarantem com escassez de liberdade informacional.