As consequências da pirataria para a sociedade

Enviada em 31/07/2019

A pirataria surgiu de forma autônoma e organizada, cruzava os mares apenas com o propósito de mover pilhagens e saques a cidades para desta forma obter riqueza e poder. Dessa forma, devido a globalização esse termo foi ampliado para englobar a reprodução e distribuição não autorizada de bens não materiais. Portanto, os danos causados por estás práticas afetam diretamente o país isto é economicamente, e a sociedade, pois contribui para a taxa de desemprego. Com efeito, evidencia-se a necessidade de promover melhorias no sistema executivo.

No que se refere à problemática em questão, pode-se tomar como primeiro ponto ressaltar os prejuízos causados aos cofres brasileiros. Estes apresentam, uma fase de restabelecimento após múltiplos problemas e casos de corrupções que levaram a uma crise. Tal deficiência é auxiliada pela atividade de falsificação de mercancias e pela compra dos mesmos, como roupas, calçados, utensílios domésticos, remédios, livros, softwares e CDs. De acordo com à Associação Anti-Pirataria Cinema e Música há uma perda de 500 milhões por ano de impostos. Isso resulta nos elevados preços dos objetos e na alta inflação causando descontentamentos dos cidadãos.

Segundo o sociólogo Émile Durkheim, “o homem, mais do que formador da sociedade, é um produto dela”. Ou seja, ao usufruir destes conteúdos e bens materiais está coadjuvando para a perpetuação da pirataria que ocorre desde o século XV, cada vez mais desenfreada e constituindo a comunidade hodierna. O impasse é não haver a  consciência, sobretudo dos 2 bilhões perdidos pelos grandes números de downloads ilegais, assim totalmente interligado aos 13,1 milhões de desempregados e conforme as dados fornecidos pela Associação Brasileira dos Produtos de Discos colabora para mais de 200 mil pessoas inativas economicamente, rombo anual acima de 198 milhões de dólares. Logo, o ambiente de trabalho se torna mais competitivo, criterioso e hostil sendo maléfico para a população e o estado.

Em síntese, a pirataria é a prática de vender ou distribuir mercadorias sem à autorização dos proprietários de uma marca. Portanto, é imperativo que o Estado juntamente aos Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, da Justiça e Cidadania promova fiscalizações rigorosas e regularmente, a fim de diminuir proporcionalmente os números de comerciantes neste ramo, proponha redução da pena se cooperar, entregando os fornecedores. Além disso, quando ocorre pela internet, regulamentar e fiscalizar as movimentações na rede torna a tarefa mais cara. Tendo isso em mente, facilitar e baratear o acesso ao consumo de produtos de mídia, ajudará para que os lucros não caiam muito. Assim, a harmonia entre o Estado, vendedor e consumidor será alcançada.

A pirataria surgiu de forma autônoma e organizada, cruzava os mares apenas com o propósito de mover pilhagens e saques a cidades para desta forma obter riqueza e poder, visto de forma negativa por todos. Dessa forma, devido a globalização esse termo foi ampliado para englobar a reprodução e distribuição não autorizada de bens não materiais. Entretanto,

Logo, evidencia-se que está situação perpetua-se desde os primórdios, bem como sua irregularidade, ou no infortúnio promovido através dos downloads ilegais ao passo que traz prejuízos fartos a economia.