As consequências da pirataria para a sociedade
Enviada em 29/02/2020
O reinado da Rainha Elizabeth I, que ocorreu entre os anos 1533 à 1603, ficou marcado pelo apoio e suporte dela à pirataria. Trazendo para a realidade brasileira, tal estorvo vem causando impasses múltiplos sobre a população vigente, tais como o aumento considerável na taxa de desemprego e o alto consumo de produtos falsificados.
A priori, torna-se necessário citar a fala do Ministro da justiça e segurança pública, Sérgio Moro, que disse “Este mercado pirata é dominado por grandes organizações criminosas […] Existe uma linha de produção e comércio de grandes criminosos”, ou seja, a rapidez em copiar os produtos originais, torna o trabalho honesto, praticamente, inútil, elevando, assim, a taxa brasileira de desemprego.
À partida, como já citava o filósofo Heráclito “Dura é a luta contra o desejo, que compra o quer à custo da alma.”, pois, é notório o risco que muitos brasileiros são expostos ao comprar produtos, como remédios e peças de automóveis, que, pela consequente má qualidade, põe-se em risco, a vida do consumidor brasileiro.
Desse modo, à luz dessas considerações, cabe ao Governo Federal, que detém imensa autoridade, na esfera nacional, superintender a fiscalização nos pontos de vendas clandestinos. Além disso, a Mídia, que detém grande alcance populacional, deve propalar projetos de denúncias anônimas, visando tornar árdua a vida de quem venha a boicotar o comércio nacional.