As consequências da pirataria para a sociedade

Enviada em 09/07/2020

Em decorrência do processo de globalização, o mundo se modernizou no que tange ao desenvolvimento tecnológico, facilitando a produção de produtos cibernéticos. Contudo, tal revolução gerou, por conseguinte, consequências maléficas, como a fabricação de cópias ilegais falsificadas. Dessa maneira, é evidente na atualidade do Brasil os efeitos do consumo da pirataria  para a sociedade, como o aumento do desemprego dos membros sociais e os maiores riscos à saúde dos consumidores.

A priori, é evidente na realidade brasileira, a busca incessante por produtos com menor valor aquisitivo, utilizando assim das cópias ilegais. Contudo, a disseminação dos produtos piratas no território nacional atinge e economia desse, como o aumento do desemprego e dos empregos informais. Outrossim, as mercadorias falsificadas resultam na ausência de investimento nas indústrias culturais, essas que deixam de empregar os membros sociais. Em virtude disso, o número de indivíduos sem empregos aumentou na atualidade do Brasil, uma vez que de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o número de desempregados aumentou em cerca de 20% nos últimos 5 anos.

Somado a isso, fabricação de produtos pirateados não utiliza de produtos confiáveis e que garanta a saúde dos consumidores. Dessa maneira, as cópias falsificadas possuem metais nocivos ao ser humano, liberando substâncias tóxicas e prejudiciais, podendo gerar o aparecimento de tumores nos indivíduos, uma vez que de acordo com a Organização Mundial de Saúde, os índices de câncer na sociedade brasileira pela emissão de metais tóxicos cresceu em cerca de 30% na atualidade. Outrossim, tendo em vista os riscos da disseminação dos produtos não originais, essa é considerada crime pelo código penal vigente no país pelo artigo 184, sendo assim passível de condenação aos que produzem e consomem.

Assim, tendo em vista as consequências da pirataria para a sociedade, é dever do Estado a intervenção como Ministério da economia, com o planejamento de projetos que diminuam a quantidade de impostos sobre os produtos originais, com o objetivo de priorizar a compra desses produtos em detrimento dos pirateados, diminuindo o índice de desemprego e empregos informais no país. Ademais, é dever das instituições educacionais a participação na construção acadêmica dos indivíduos, com apresentações, nos espaços escolares, dos malefícios que a aquisição das cópias ilegais, a fim de atenuar os riscos à saúde dos consumidores e prevenir o aparecimento de tumores malignos na população do território nacional.