As consequências da pirataria para a sociedade

Enviada em 09/07/2020

O termo pirataria era de uso comum para navegantes sem pátria que costumavam roubar mercadorias dos colonos em alto-mar, quando a economia baseava-se no mercantilismo. Hoje, o termo é utilizado para crimes de violação de direitos autorais seja no mundo físico ou nas plataformas on-line. Assim, esse delito demasiado comum tem como consequências: a insegurança nos modelos legais econômicos e perigos com softwares falsificados.

Primeiramente, nos últimos 40 anos, o desenvolvimento de sistemas de tecnologias tem avançado de tal forma que novos mecanismos de visualização foram elaborados a fim de gerar melhor experiência nos meios de entretenimento. Entre esses, a dominação de produtos digitais ante aos analógicos, que embora a qualidade visual e/ou sonora seja largamente superior, os dados presentes na mídia são de fácil acesso para cópia. Isso ocorre, porque em 2002, o “hacker” Jon Johansen quebrou a criptografia do código de segurança anticópias do “DVD Player” a potencializar de vez crimes de violação de direito autoral. Dessa forma, houve a maior insegurança nos modelos legais econômicos, visto que comprado a mídia uma única vez é possível produzir inúmeras cópias e vendê-las sem quaisquer imposto ou direito sobre o produto original em questão, o que enfraquece a economia e destrói negócios.

Outrossim, como a pirataria dá espaço a conteúdos falsificados de graça na internet o que pode colocar em risco a segurança do usuário, uma vez que há possibilidade de baixar vírus a causar defeitos nos software. Além do mais, a utilização de softwares falsificados contribui a uma pior identificação e combate a esses tipos de “downloads”, ou seja pirataria desses sistemas causa problemas sérios aos internautas.  A consequência? Além de prejudicar financeiramente as empresas, que produzem e têm manutenção constante dos programas, ela gera instabilidade na experiência de acessos.

Em suma, para lidar com as consequências da pirataria à sociedade, os governos das unidades federativas necessitam por em prática um mecanismo de fiscalização em locais que tenham histórico de vendas (feiras, casas de jogos, locais de vendas de filme), por meio de investigações policiais, para diminuir casos de cópias dessas mídias e suas vendas ilegais. Além disso, o governo federal precisa investir em tecnologias nas universidades para a criação de técnicas de combate a sites que favorecem o crescimento e acesso a pirataria on-line, por meio de programas de identificação de conteúdos autorais, a fim de tentar barrar o máximo possível de sites infratores. Com isso, haverá um fortalecimento nos modelos legais econômicos e diminuirá os perigos de navegantes nas redes.