As consequências da pirataria para a sociedade

Enviada em 09/07/2020

O termo pirata teve origem na Grécia Antiga e se referia aos navegadores que furtavam mercadorias de outros navios. Entretanto, no cenário atual, essa representação grega faz alusão àqueles praticantes da pirataria, que seriam os indivíduos que vendem ou distribuem cópias de produtos sem autorização dos proprietários. Nessa perspectiva, é evidente que tal fato traz consigo certas consequências e entre elas, estão: prejuízos na economia e a desvalorização dos criadores. Logo, torna-se necessário averiguar a questão pautada.

A princípio, é indispensável citar que uma das consequências da pirataria são os prejuízos na economia. Nesse sentindo, as empresas produtoras das mercadorias saem em extrema desvantagem com a presença desse mercado ilegal no comércio, pois os lucros que deveriam ser direcionados aos grandes autores, acabam sendo desviados para as mãos dos camelôs. Sob esse ponto, segundo dados da polícia internacional, os produtos piratas movimentam cerca de US$ 522 bilhões por ano em todo o mundo, dessa forma, fica evidente o quanto que a sociedade consome produtos desse tipo. Assim, é necessário que medidas sejam feitas para que essa situação não persista no corpo social.

Além disso, outra consequência que também é provocada pela prática da pirataria é a desvalorização dos autores. Nesse contexto, fica evidente que quando um indivíduo opta por comprar algo pirata, apenas por esse ter um valor mais barato, ele não pensou no produtor, ignorando assim, todo o trabalho do autor com a fabricação do produto. Dessa maneira, de acordo com o filósofo Adouls Huxley, os fatos não deixam de existir só porque são ignorados, o que representa, analogicamente, a falta de empatia por parte da sociedade para com os criadores, ou seja, desprezada. Desse modo, atitudes devem ser tomadas para que essa questão seja resolvida.

Infere-se, portanto, que as consequências acerca da prática da pirataria na sociedade são: os prejuízos na economia e a desvalorização dos autores. Logo, o Ministério da Educação, que tem por finalidade manter a sociedade no desenvolvimento, deve propor palestras, por meio de educadores especializados na área econômica, para conscientizar a população dos danos que as compras piratas trazem para a economia nacional, fazendo com que as pessoas tomem ciência de seus atos e não os repitam. Ademais, o MEC também deve criar campanhas publicitárias, por intermédio das mídias sociais, para tratar da importância da valorização dos autores, para que assim o corpo social reconheça o autor e o trabalho dele, sem desprezá-lo.  Sendo assim, a situação estará atenuada.