As consequências da pirataria para a sociedade
Enviada em 12/09/2020
A questão da pirataria tem origem na Grécia Antiga. Durante esse período, haviam navegadores que furtavam mercadorias de navios fenícios e assírios para adquirirem poder e riquezas. Não obstante, hoje adaptada, o termo pirataria refere-se aos indivíduos que contrabandeiam, desencaminham e falsificam produtos sem autorização do proprietário. Nesse contexto, há questões importantes que precisam ser avaliadas: os tipos de pirataria; e quais os efeitos desse crime para a sociedade brasileira.
Em primeira análise, deve-se entender que a pirataria se classifica em três tipos: a pirataria clássica, que remete aos tempos antigos da navegação grega; a contemporânea, que são as práticas que conhecemos hoje envolvendo o contrabando, como por exemplo o cigarro paraguaio; e por último, a pirataria virtual, referindo-se aos produtos inteiramente digitais como músicas, filmes, softwares, etc. É inegável por essa razão, que hodiernamente a economia do país é diretamente afetada pela traficância e falsificação.
Em segundo lugar, de acordo com o Fórum Nacional Contra a Pirataria (FNCP), o Brasil deixa de arrecadar bilhões de reais por conta da contrafação, além disso, as organizações industriais perdem quantias consideráveis devido os itens piratas vendidos com valores inferiores aos produtos originais, aumentando o índice de desemprego no Brasil. Vale ressaltar outras implicações do consumo de produtos não originais, como a experiência insatisfatória do consumidor, queda nas vendas por percepção negativa, baixa segurança com os produtos que não garantem a saúde do usuário.
Portanto, em todos esses problemas, é visível a importância da ação do Ministério da Justiça e Segurança Pública por meio do Conselho Nacional de Combate à Pirataria, no sentido de fiscalizar a procedência das mercadorias vendidas em estabelecimentos físico e virtual. Bem como, a implementação de leis mais rigorosas para aquelas que atentam contra a integridade econômica e moral do país. Da mesma forma, a sociedade deve evitar o consumo de bens falsificados, dificultando assim, que esse tipo de comércio expanda ainda mais no território nacional.