As consequências da pressão exercida sobre os jovens
Enviada em 31/05/2022
No documentário estadunidense “Take your pills”, é retratado a pressão que é exercida sobre os jovens, da necessidade de ser o melhor na escola, no trabalho e na vida social e, em decorrência disso, acabam usando medicamentos psicoestimulantes sem prescrição médica. Analogamente, no Brasil, essa é a realidade de muitos jovens. Existem dois fatores relevantes para isso: Pressão escolar e as dificuldades do mundo moderno.
Inicialmente, é necessário dizer que na maioria das vezes essa pressão que os adolescentes sentem sobre ser o melhor nos estudos e em todos os aspectos de sua vida não vêm diretamente deles, e sim de uma estrutura que faz com que ele se sinta assim, pois acredita que dessa forma ele será uma pessoa melhor. Dessa forma as escolas expõe os alunos com as melhores notas nos concursos e provas mas ignora totalmente qualquer outro tipo de conhecimento como, artes, trabalhos manuais, etc… Excluindo a possibilidade de entender a aptidão de cada pessoa de forma única.
Além disso, é necessário olhar o problema de forma mais ampla e qual é a raiz do problema. O sociólogo Karl Marx explica que “A história de todas as sociedades até hoje existentes é a história da luta de classes.” Dessa forma, fica claro que a preocupação dos jovens e de toda sociedade é que exista uma futuro incerto onde haja dificuldade de ascender na vida por existir uma classe burguesa que sempre terá estabilidade financeira e a maior classe que é a trabalhadora que precisa trabalhar para manter essa sistemática funcionando.
Portanto, para mitigar essa problemática, é necessário que o Ministério da educação crie um projeto de palestras e capacitção de professores por meio de psicólogos que mostrarão como respeitar as diferenças e que essa pressão não é algo saúdavel de se manter, a fim de conscientizar os jovens e os professores o perigo que isso pode levar e trazendo uma nova perspectiva para todos, fazendo com que o documentário seja só um retrato de um passado que deve ficar no passado