As consequências da pressão exercida sobre os jovens

Enviada em 24/05/2022

No livro O Suicidio de Emile Durkheim, fundador da sociologia, relata sobre o suicidio egoista – em quem o individuo, por julgar todos os seus problemas maiores que os do restante da sociedade, suicida. Idubitavelmente, no contexto social brasileiro, as sequelas da pressão praticadas sobre os juvenis tem tirado o direito dos memso de decidir sua própria vida, o que ocasiona ações relatadas por Durkheim. Essa situação desafiadora exibe a ineficácia de condutas das escolas e das familias no intuito de erradicar as mazelas acometidas contra jovens no brasil.

Efetivamente, diversos são os motivo que pressionam o jovem no ambiente escolar. Em vista disso, Maísa Pannut, professora de psicologia da Universidade Positivo relata:" é necessário mudar a cultura que envolve todo o processo educacional". Assim, demonstra a falta de debates no contexto escolar para dá a devida atenção sobre os efeitos da pressão exercida nos primaveris desde a infância, como por exemplo, uso continuo de subtâncias estimulantes e longas jornadas de estudos, para se adequarem a cultura do alto desempenho praticada nesse ambiente. Dessa forma, os adolescentes desenvolvem quadros acentuados de ansiedade, a partir de algo imposto por uma cultura da excelência acadêmica que dificulta a formação dos estudantes brasileiros.

Ademais, muitos pais espelham nos filhos sonhos próprios, principalmente em épocas de vestibular, os coagindo nas escolhas de cursos concorridos, como medicina e direito. Nessa perspectiva, conforme o filósofo brasileiro Mário Sergio Cortela:" não é só a educação dos filhos que é necessária, mas a dos pais tambem", e com isso, evidência a coerção dos imaturos nas escolhas profissionais, causando euforia e descontrole emocional pela privação de seu futuro. Desse modo, exige uma atuação mais empenhada da sociedade civil para assegurar o direito de escolha por parte dos pubescentes.

Portanto, com o fito de amenizar a falta de debate sobre os efeitos da obrigação com os novatos, é necessário que entidade socialmente comprometidas, como escolas e famílias, promovam mais diálogos recorrentes, por intermedio de palestras e debates educativos que estimule uma cultura de ensino a saúde mental e preservação da saúde juvenil. Logo, a sociedade pode desfrutar do bem-estar.