As consequências da pressão exercida sobre os jovens
Enviada em 23/05/2022
A Constituição federal de 1988, prevê, em seu artigo 6°, o direito a liberdade de escolha. De maneira análoga a isso, a consequência da pressão exercida sobre os jovens. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a pressão estabelecida sobre os jovens vestibulando e os problemas psicológicos causados pela pressão.
Em primeira análise, evidencia-se que a pressão atrapalha muito a vida do vestibulando, pois ele aprende que é preciso entrar em uma faculdade assim que termina o ensino médio, porque se não ele irá está atrasado se não começar a faculdade com dezoito anos. Sob essa ótica, segundo o IBGE- Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, cerca de 42% dos jovens desitem de fazer faculdade por não ingressarem após a conclusão do ensino médio. Dessa forma, é preciso parar com esse tipo de pensamento.
Além disso, é notório que a pressão durante o período de vestibulando pode causar alguns problemas psicológicos, como a ansiedade, pois desde o começo dos estudos, o aluno já fica com medo de não conseguir passar, e decepcionar os pais, pois a escola impõe que é preciso entrar na faculdade de primeira. Desse modo, “Mark Twain, Não sou contra que você entre na universidade, mas não deixe isso atrapalhar seus estudos”. Consoante a isso, ter um ensino superior não garante que você vai ser bem suscedido.
Depreende-se, portanto, a adoração de medidas governamentais que venham diminuir a pressão sobre os jovens. Dessa maneira, cabe ao governo, fazer uma uma conscientização, por meio de palestras em escolas, a fim de orientar os jovens que não é preciso começar a faculdade com dezoito anos, e que ele não se sitam precionados em passar de primeira. Somente assim, vamos estar agindo de acordo com a Constituição de 1988, artigo 6°.