As consequências da pressão exercida sobre os jovens
Enviada em 06/07/2022
No filme “A barraca do beijo 2”, da plataforma Netflix, a personagem principal tem constantes crises de ansiedade por estar na tentativa de entrar em uma faculdade. Sob o mesmo ponto de vista, pode-se comparar a ficção com a realidade de modo que é perceptível o problema da pressão familiar e escolar, ao que leva os jovens a buscarem formas de se manterem mais ativos nos estudos, colocando a saúde em risco.
Em primeira análise, é cabível observar a maneira que os pais e as instituições de ensino tratam essa problemática, desde o vestibular em si até doenças desenvolvidas por essa violência moral. Ademais, as proibições, broncas e privações do uso de aperelhos tecnológicos são meios usados para punir os adolescentes por não alcançarem as aprovações necessárias. É notório, que em pouco tempo os vestibulandos demonstram sinais de ansiedade e depressão que são constantemente ignorados pela família e escola.
Em segunda análise, leva-se em consideração as técnicas encontradas pelos jovens para se manterem focados, como a cafeína e anfetaminas que afetam a saúde drasticamente, tendo como sinais tremor repentino e aumento na frequência cardíaca. Todavia, o uso destes elementos pode levar ao vício, à mudança de humor e a diminuição da socialização em qualquer cenário, seja ele escola, curso pré-vestibular, familia e amigos próximos.
Diante dos argumentos mencionados, como forma de intervir esse tipo de pressão psicológica é importante que os pais e a escola se ajudem, de forma à ajudar o aluno com sessões de terapia e conversas frequentes em casa. Além disso, as instituições de ensino devem se atentar ao limite dos jovens em relação a simulados, provas e excesso de materia e poderiam proporcionar psicólogos para uma análise mais frequente e certa de como ajudar os vestibulandos a passarem por essa fase com tranquilidade e apoio de ambas as partes.