As consequências da pressão exercida sobre os jovens

Enviada em 11/11/2022

A Constituição Federal de 1988,norma de maior hierarquia do sistema juridico brasileiro,assegura os direitos e o bem-estar da população. Entretanto,quando se observa a deficiência sobre a pressão exercida sobre os jovens,verifica-se que esse preceito é constatado na teoria e não desejavelmente na prática. Dessa forma,torna-se imprescindível discutir essa situação,pois ela repete erros antigos ao privar grupos sociais da participação democrática e se perpetua por conta da morosidade do Estado que afeta direitos Constitucionais.

Sob essa ótica,cabe frisar que a morosidade do Estado é essencial e urgente porque permite sua participação na sociedade. Acerca disso,o filósofo grego Aristóteles,segundo o conceito de Zoon Politikon,afirmava que o ser humano é um animal político e que a sua finalidade é obtenção da felicidade,adquirida ao exercer o que lhe é substancial pensar e viver em sociedade.

Desse modo,evidencia-se a problematica devido a consequência da pressão exercida sobre os jovens,uma vez que as pessoas não são conhecidas pelo estado,devido a terem que ser aceitos por uma sociedade que impoem regras que não existem ou se quer faz sentido,são por conseguinte privadas da participação política e negligenciadas pela sociedade,impedidas de exercer à sua finalidade e alcançar a felicidade.

Ademais,é válido apontar que essa exclusão política e social vem sendo perpetuada pela lentidão administrativa. Nesse contexto,relembra-se que o sociólogo Gilberto Dimenstein,em sua obra " O cidadão de papel",afirma que embora o Brasil possuí um sólido aparato legislativo,ele mantém-se restrito ao plano teórico.

Portanto,interfere-se que a mister na qual o estado cumprindo seu papel sobre a pressão que os jovens sofrem e de efetivar a constituição federal para que combata as razões de sua própria lentidão por meio de profissionais capacitados,para que jovens brasileiros que sofrem esse tipo de pressão sejam tratados e aceitos.