As consequências da pressão exercida sobre os jovens
Enviada em 23/06/2022
É comum que os pais tenham preocupação com o futuro de seus filhos, aspirando sempre que tenham uma boa profissão, um bom salário e até mesmo um(a) excelente companheiro(a) e muitos acabam cobrando seus filhos em excesso. De maneira análoga, surgem as consequências da pressão exercida sobre os jovens. Nesse prisma, é necessário entender que o próprio adolescente se cobra em excesso e entender quais prejuízos essa pressão pode causar à saúde dos jovens.
Em primeira análise, nota-se a necessidade de entender a pressão que o jovem exerce sobre si, principalmente em época de vestibular e de escolher a carreira que quer seguir. Sob essa óptica, é possível perceber que os pais, ao invés de auxiliarem seus filhos nesse momento de tensão, cobram mais deles, exigem que passem horas e horas em uma mesa em frente aos livros e/ou computadores estudando; além disso, muitos querem escolher a profissão de seus filhos e espelham seus próprios sonhos e desejos neles. Dessa forma, os pais têm que parar de exercer tanta pressão em seus descendentes, eles devem auxiliá-los e ajudá-los nesse momento tão importante de suas vidas.
Com isso, os jovens recorrem a formas de se manterem acordados, porque passam a acreditar que dormir significa perder tempo, por isso vão atrás de medicamentos, produtos naturais, entre outros, que possam estimulá-los, tirando o sono e o déficit de atenção, ao invés de procurarem ajuda profissional. Desse modo, os jovens não conseguem compreender seus limites e acabam causando danos à própria saúde. Consoante a isso, surgem as doenças psicológicas, como a ansiedade, depressão, insegurança, além da dependência das substâncias estimulantes.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham diminuir a pressão exercida sobre os jovens. Dessa maneira, cabe aos profissionais da saúde, tais como psicólogos, psiquiatras, terapeutas, entre outros, realizar campanhas voltadas aos jovens que estão nessa fase e aos pais que pressionam seus filhos, por meio de atendimentos voltados tanto aos jovens, como aos pais, a fim de que eles entendam seus limites e parem de recorrer às substâncias estimulantes.