As consequências da pressão exercida sobre os jovens

Enviada em 30/06/2022

Desde o período Imperial brasileiro, a sociedade é moldada em padrões de estilos de vidas, por exemplo, é comum um jovem ser pressionado, socialmente, para encaminhar seus estudos até o ensino superior. Nesse viés, é um desafio a solução das consequências geradas sobre os estudante, sobretudo, na fase de conclusão do ensino médio. Diante disso, nota-se que a falta de debates nas escolas e a ausência de apoio governamental, que ocasionam distúrbios na saúde dos adolescentes.

Primeiramente, a falta de debates nas escolas, no sentido de desconstruir a pressão psicológica sobre a inserção dos discentes na universidade é uma problemática. Isso porque, geralmente, as escolas priorizam ensinar apenas conteúdos cobrados em provas, a fim de obter reputações com base nas altas notas dos aprovados nos vestibulares, como ocorre no colégio Bernoulli, com base no jornal MGTV da rede Globo. Nesse contexto, aulas que abordam a liberdade de escolha, a saúde psicológica e a valorização de todas as formas dignas de trabalho são, praticamente, inexistentes nas instituições de ensino, consequentemente, essa ausência de acolhimento escolar acarreta em danos, como depressão, ansiedade, pânico e insegurança.

Em segundo lugar, a ausência de apoio governamental, na intenção de incluir profissionais da saúde para auxiliar os estudantes a adquirirem estabilidade mental na fase de vestibulares é, também, um problema. Com base no site G1, estados como o Nordeste e o Norte do Brasil, são os mais prejudicados com a falta de infraestrutura das escolas públicas. Isso decorre da falta de destinação de verba pública para garantir a dignidade dos estudos da população, geralmente, carente. Nessa lógica, essa desigualdade social é, também, um fator de pressão sofrida por cidadãos, sobretudo, carente para conseguir obter o ensino superior.

Por fim, após os argumentos abordados, medidas são necessárias para solucionar esse desafio. Por isso, o Governo, adjunto, com as escolas devem elaborar aulas, na intenção de desconstruir o padrão opressor que exige obrigações pré estabelecidas na vida do jovem, por meio da disponibilidade de psicólogos, a fim de garantir a estabilidade mental do discente brasileiro.