As consequências da pressão exercida sobre os jovens
Enviada em 09/07/2022
No livro “Suicídio”, escrito pelo sociólogo francês Émile Durkheim, afirma que vivemos em uma civilização extremamente opressora com os jovens, e muitos deles não conseguem lidar de maneira apropriada, gerando uma profunda tristeza. Atualmente no Brasil, a principal causa da depressão é a pressão sobre os mais novos, construindo diversas consequências a longo prazo. Desse modo, a falta de apoio psicológico e o silenciamento são as principais causas.
Nesse viés, vê-se que a omissão para tratamentos psicológicos é um obstáculo. Segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), 72% dos adolescentes precisam de ajuda em relação ao bem-estar mental. É notório que a atuação psicológica no meio juvenil é pequena, fazendo que não se tenha uma maneira de conseguir liberar a pressão recebida, e nem de entende-las do por que ocorrem. Logo, gera um desentedimento a cerca da importância do tratamento mental e relaxamento da opressão.
Outrossim, a falta de debate configura-se um entrave. A escritora e filosofa, Djamila Ribeiro, explica que é preciso tirar uma situação da invisibilidade e atuar sobre ela para que haja soluções. O desinteresse por parte do Estado em explicar a problemática constroí uma barreira para a visibilidade das consequências sobre o assunto, deixando uma sociedade desinformada a partir disso. Dessa forma, a opressão exercida é feita, muitas vezes, de maneira inconsciente por parte da população.
Portanto, para que haja a conscientização social da pressão recebida pelos adolescentes, o Ministério da Saúde deve instigar a população juvenil a procurar ajuda mental, por meio de propagandas e folhetos, para que haja a diminuição da porcentagem dos necessitantes de ajuda terapeutica. O Estado, deve ainda garantir palestras e propagandas por meio dos centros de educação e mídias, a fim de gerar informações a cerca do assunto. Dessa maneira, os jovens terão menos pressão por parte dos brasileiros.