As consequências da pressão exercida sobre os jovens
Enviada em 14/07/2022
A Revolucão Industrial, no século 18, causou intensa alteração dos hábitos sociais, isto é, corroborou na consolidação da filosofia capitalista de alta produtividade no indivíduo. Nesse sentido, hodiernamente, no Brasil, é possível destacar as conse-quências negativas dessa ideologia na vida dos jovens. Diante dessa perspectiva, faz-se necessário debater criticamente as pressões exercida na juventude.
É notório, a princípio, que a necessidade de integração social dos adolescentes repercute, na prática, em adotar costumes prejudiciais à saúde. Nesse sentido, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), é primordial para garantir desenvolvimento pleno dos indivíduos, evitar o consumo drogas. Contudo, no Brasil, para assegurar o passaporte à socialização muitos adolescentes utilizam narcóticos, visto que essas substâncias (como álcool e tabaco) alteram as percep-ções sensoriais, ou melhor, essa sensação de euforia no ambiente festivo potencia-lizam patologias (como cirrose e câncer no pulmão). Dessa forma, verificam-se as consequências das pressões sofridas pelos jovens na sociedade brasileira.
Ademais, é possivel afirmar que a intensa cobrança de produtividade no merca-do de trabalho ecoa, sem dúvida, em transtornos psicológicos. Isso acontece, por-que, como afirmar a sociologia de Karl Max, o capitalismo visa somente o lucro. Di-ante de tal exposto, para atenda as demandas do capital muitas pessoas utilizam remédios para melhorar a performance; consequentemente, o uso de estimu-lantes (cafeína e taurina) condicionam o desempenho ao consumo dessas substân-cias. Dessa forma, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar no Brasil.
Depreende-se, portanto, a necessidade de combater os impactos da pressão ao jovens. Para isso, o Governo Federal, deve combater o consumo de drogas, por meio de campanhas publicitárias educativas, no Instagram, destinadas ao público juvenil, com o intuito de reduzir a incidência de patologia decorrente da pressão social. Em paralelo, as ONGs, precisam estimular o pensamento crítico, por inter-médio do debate pedagógico (nas escolas de nível fundamental e médio), com o propósito de alertar ao uso de estimulantes. Assim, garantir-se-á uma sociedade onde a juventude conviva saudavelmente com a filosofia da Revolução Industrial.