As consequências da pressão exercida sobre os jovens

Enviada em 16/07/2022

Recentemente, um caso de suicídio de um estudante de Direito do Rio de Janeiro veio a tona na mídia, que por grande pressão acadêmica, veio a tirar sua própria vida. Trazendo isso à realidade ampla do país, as consequências da pressão exercida sobre os jovens vem crescendo exponencialmente. Logo, faz-se mister um debate acerca das causas desse problema, entre elas, a grande pressão exercida por cursinhos pré-vestibulares e na falta de amparo Estatal.

A princípio, a concorrência junto da pressão começa no início da vida adulta. Ao ingressar num curso preparatório, os jovens entram também num grande ambiente de competição, em que os cursinhos e também os vestibulares reforçam isso com “rankings” em simulados semanalmente. Segundo o Jornal Folha em 2019, os diretores de cursinho alegam que essa é uma forma de estimular o estudante, acarretando na pressão em estar sempre entre os melhores, caso contrário, não irá passar.

Além disso, outro grande fator para esse problema é a falta de ajuda governamental à esses público. Segundo o artigo sexto da Constituição Federal, o acesso à saúde é um direito para todo cidadão. Porém, a Carta Magna não assegura a existência de vias para que o acesso à tratamentos do genêro chegue aos jovens, deixando assim, um sistema sucateado e um direito inexistente na prática.

Portanto, medidas se tornam necessárias para frear essa problemática. O Congresso Nacional, órgão do Poder Legislativo, deve através de emendas e reformas, atualizar a Constituição. Tal mudança deve abranger na cartilha de saúde, a intensa pressão que os jovens levam desde o começo da vida adulta. Tal alteração deve assegurar a existência de postos de ajuda com o foco na alta expectativa que a sociedade moderna aplica. Espera-se, dessa forma, que todos se sintam amparados pelo Estado.