As consequências da pressão exercida sobre os jovens

Enviada em 08/08/2022

Na música do cantor Luiz Lins, “Eu to bem” ele descreve a necessidade de ser escutado e como as pessoas próximas a ele o cobram, assim o pressionando. De fato, o musicista canta sobre a decepção que ele sente consigo mesmo, e como o uso de substâncias alcoólicas o ajuda a se desvincular do cenário em que está vivendo. Assim, essa pressão sobre os jovens se dá graças a influência midiática e omissão familiar.

Primeiramente, segundo a Organizados Mundial da Saúde, 1 em cada 5 adolescentes enfrentará problemas de saúde mental, cujos casos cresceram nos últimos 25 anos. Alem disso, é notório o quanto a escola pressiona os alunos, visto que tratam todos como semelhantes, no que tange a particularização de suas preferências profissionais e pessoais, e não enxergando as diferenças de potênciais emergentes.

Ademais, o ápice de transtornos mentais entre os jovens brasileiros é aos 17 anos, segundo a Organização Nova Escola. Uma vez que, é a idade onde os alunos terminam a escola e precisam se planejar sobre o seu futuro, seja no campo educacional ou com um trabalho. Além disso, a família é grande responsável pela pressão e cobrança sobre os adolescentes, acabando por desestruturar o jovem e consequentemente o forçando a passar por todas as suas frustrações sozinho.

Logo, é notório que as consequências da pressão exercida sobre os jovens são drásticas. Sob essa perspectiva, é necessário que haja uma parceria entre as escolas e os pais dos alunos, afim de ensinar aos responsáveis como lidar com os seus filhos em situações de alta pressão e como as cobranças podem afetá-los, por meio de ações educacionais com acompanhamento de psicólogos e terapeutas, como por exemplo palestras. Diante disso, cenários como o descrito por Luiz Lins serão menos recorrentes.