As consequências da pressão exercida sobre os jovens

Enviada em 08/08/2022

Com a pressão exercida em cima dos jovens, principalmente sobre o vestibular esses buscam de alguma maneira se esforçar ao máximo para alcançar o objetivo. Estudantes vêm utilizando substâncias que acreditam-se aumentar o rendimento estudantil e no trabalho, estimulando a automedicação entre os grupos sociais e mídias. O que segundo especialistas aumenta os riscos de efeitos colaterais.

Assim como, a situação vivida série “O Gambito da Rainha” em que a protagonista Elisabeth Harmon começa a tomar todo dia um remédio até ficar dependente. Acontece com jovens que buscam maior desempenho estudantil como Mateus Pereira estudante de 19 anos. Relatam que o cérebro fica mais ativo e que se sentem mais vivos. Após uma reportagem do Fantástico a respeito desses compostos a ANVISA proibiu o uso, alegando que a fabricante na atendia a finalidades terapêuticas e de suplemento vitamínico.

Ademais, esses compostos são chamados de nootrópicos naturais, que segundo Dartio Xavier, Professor do departamento de psiquiatra/ UNIFESP, tais medicamentos foram desenvolvidos para proteger o cérebro de danos cerebrais. Fato que comprova que não há o uso além da capacidade máxima do cérebro, além de, promover o aumento de risco de efeitos colaterais. Como exemplo, Vander Barreto de Araújo estudante de engenharia que usa há 15 dias “Genius x” e não sentiu nenhuma diferença.

Em suma, o Governo Federal em conjunto com ONGs devem propor projetos que circulem entre mídias sociais, para amenizar a pressão dos jovens e estudantes que irão prestar o vestibular para que não use remédios que prometem uma coisa que não faz, gerando um maior risco de efeitos colaterais e de dependência química.