As consequências da pressão exercida sobre os jovens

Enviada em 19/09/2022

As Revoluções Industriais possibilitaran o avanço da tecnologia, o que permitiu de maneira rápida, o acesso à inúmeras informações. Nesse contexto, essa medida proporcionou ao público juvenil a oportunidade de escolhas do futuro profissional. Todavia, tais possibilidades acarretaram pressões nesses indivíduos. Consequentemente, essa problemática pode ocasionar danos irreversíveis para a sociedade.

Diante desse cenário, é notório a existência da pressão exercida sobre os jovens em relação ao futuro. Diante do exposto, isso acontece, devido a preocupação por parte dos pais e dos próprios jovens a respeito da vida acadêmica, visto que esse elemento é difundido como um divisor de águas. Entretanto, tais afirmações podem resultar na predisposição de danos na saúde mental dos indivíduos. De acordo com teólogo francês Jacques Bossuet, a saúde depende mais das precauções do que dos médicos, sendo assim, as atitudes pressionistas se configuram como descuido da saúde mental, o que leva o surgimento destas. Nessa conjectura, é possível observar que a preocupação excesisva para um futuro acadêmico ao invés de representar como uma situação transformadora na população juvenil pode desencadear danos mentais.

Ademais, uma consequência advinda dessa pressão é a sindrôme do pensamento acelerado, pois essa coeção é interna e externa. Nesse âmbito, diante de tal impacto, a persistência em encarar de forma prioritária o futuro profissional potencializa tal sindrôme. Segundo o psiquiatra Augusto Cury, a familia, bem como os próprios jovens são responsáveis pelo ocasionamento de transtornos ansiosos. Nesse sentido, torna-se perceptível que tais pressões são negativas para o desenvolvimento mental desses indivíduos.

Portanto, em virtude dos fatos mencionados, é fundamental que a Escola, responsável pela formação crítica dos indivíduos, promova debates acerca da importância do cuidado a saúde mental, como forma prioritária, por meios de palestras conscientizadoras, para que haja a discussão e a priorização do bem estar, afim de que se tenha uma escolha mais consciente do futuro acadêmico ao invés da existência de uma preocupação excessiva.