As consequências da pressão exercida sobre os jovens
Enviada em 23/03/2023
O artigo 6º da Constituição brasileira garante saúde a todos os cidadãos. No entanto, tal direito é violado, pois as consequências da pressão exercida sobre os jovens são repudiáveis e afeta essa legislação. Isso se deve à incapacidade governamental e à formação familiar precária, fatos que demandam ações mais eficazes do Governo e da família.
Tendo em vista tais fatos, observa-se que a incapacidade governamental é uma das causas desse problema. Nessa diapasão, como afirma o teórico Gilberto Dimenstein, a garantia de direitos sociais aos brasileiros nem sempre é efetivada, colaborando para manutenção de atos intolerantes e preconceituosos. Assim, há uma negligência nas ações estatais a respeito das consequências da pressão exercida pelos jovens, visto que a inoperância do governo contribuiu para a ineficácia da legislação que deveria proteger a saúde dos cidadãos. Assim, faz-se mister a reformulação dessa postura governamental, como defende o teórico.
Além disso, a formação familiar precária é um entrave no que tange ao problema, pois os pais se acomodam a abusar do psicológico dos jovens para terem sucesso no futuro. A esse respeito, Hannah Arendt afirma que “O pior mal é aquele visto como algo cotidiano”, tornando banal a violência psicológica que os pais causam. Tal constatação é evidente no tema, já que a pressão exercida sobre os jovens é normalizada constantemente nas famílias, o que ofende a humanidade dos cidadãos. Logo, inverter essa lógica e priorizar a dignidade humana é urgente.
Assim, a ausência de lutas sociais que abordam a pressão exercida pelos jovens é lamentável. Portanto, o Ministério da Saúde, órgão responsável por garantir vitalidade aos brasileiros, junto das famílias, deve promover campanhas que mostrem as inúmeras doenças psicológicas que pressões sobre os jovens podem causar, por meio das mídias estatais, a fim de conscientizar a sociedade. Desse modo, os preceitos constitucionais serão respeitados.