As consequências da pressão exercida sobre os jovens

Enviada em 29/05/2024

Diante de toda ação há sempre uma reação de igual intensidade. Essa é a terceira lei de Newton, que basicamente fala que a força é resultado da interação entre os corpos, ou seja, um produz e o outro recebe. Nesse sentido, percebe-se que ela representa as consequências da pressão exercida sobre os jovens, tendo em vista que esse problema acontece em virtude da falta de ação efetiva do poder estatal para produzir uma reação eficaz. Logo, cabe analisar essa questão, com ênfase em ansiedade e inteligência emocional.

A principio, de acordo com o filósofo Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de generalidade, exterioridade e coercitividade. Nesse Âmbito, tanto a falta de conscientização quanto de empatia são consequências de uma atitude reprovável do Estado para com o fato social, tendo em conta que o Poder Público, não faz campanhas e nem oferece meios gratuitos para auxiliar os jovens que possuem transtorno de ansiedade, corroborando para a persistência da falta de apoio a eles.

Outrossim, nota-se a ineficiência do Governo para conscientizar a população a respeito do imbróglio. Nessa lógica, Martin Luther King, afirma que “Quem aceita o mal sem protestar, coopera com ele”. Sob esse viés, os familiares precisam parar de não dar importância a esse tema, visto que verifica-se a falta, sobretudo, pela ausência de apoio familiar, terapêutico e educacional adequado. Como não há essa politica pública de forma eficaz, percebe-se outra causa do problema, devendo ser, por conseguinte, intermediada.

Destarte, fica evidente que são fundamentais as criações de alternativas para amenizar o impasse citado. Portanto, é dever dos Ministérios de saúde e educação ajudar nossa nação. Isso será realizado por meio de recomendações, como: criar campanhas; propagandas: e novelas. Com o intuito de informar a sociedade sobre a existência da ansiedade, os seus múltiplos diagnósticos, e a necessidade de apoio social. Ademais, cabe ao Ministério de educação reformular a política educacional do país, mediante reciclagem profissional, com o objetivo de ter uma matéria dedicada a ensinar sobre como lidar com as emoções e frustrações. Dessa maneira, o avanço e a prosperidade do Brasil será intermediado no século XXI.