As dificuldades das crianças com distúrbio de aprendizagem de se inserirem na escola

Enviada em 25/09/2019

Marginalização estudantil.

“Se você julgar um peixe por sua capacidade de escalar uma árvore, ele vivera sua vida inteira pensando ser incapaz.” -Albert Einstein. O sistema educacional brasileiro teve inúmeros progressos ao longo dos anos, contudo, diversos alunos são marginalizados do processo de desenvolvimento por conta de suas limitações físicas ou psíquicas.

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), em torno de 3 à 6% dos estudantes sofrem do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Isso se manifesta como uma grande parcela de estudantes que, dentro de condições habituais de estudo, não conseguem se inserir no sistema de educação vigente. A monotonia e os longos períodos de aula e pouca atividade física são completamente nocivos à portadores de TDAH, podendo leva-los até mesmo a depressão.

A dificuldade é agravada com a inadequação das escolas em relação aos que necessitam atendimento especial. É notório a urgência de lidar com crianças e adolescentes portadores de distúrbios cognitivos, apesar de a inserção destes ser garantida mediante lei, diversas escolas e professores não possuem a estrutura ou a formação correta para lidar com as necessidades individuais. Tornando-se assim, uma margem de exclusão ao invés de inserção.

Com base no que foi apresentado, é evidente a necessidade do Estado para resolver o impasse. Com o intuito de gerar profissionais capazes de lidar com alunos especiais e preparar um ambiente saudável de aprendizado, deve o Ministério da Educação e Ministério da Saúde, agirem de forma conjunta formando um plano de estudos alternativo, o qual ira lidar com as necessidades individuais e as tornará um meio de inclusão social diminuindo a marginalização dos portadores de distúrbios de aprendizagem.