As dificuldades das crianças com distúrbio de aprendizagem de se inserirem na escola

Enviada em 10/10/2019

A relação da educação com o país brasileiro, não é um assunto que surgiu atualmente, mas sim, um assunto que ocorre desde o ano de 1545, quando os Jesuítas chegaram ao Brasil para catequizar as populações indígenas do território colonial. Contudo, esse método, hodiernamente, enfrenta questões que muitas vezes, são difíceis de serem identificadas, como por exemplo, distúrbios de aprendizagens, que caracteriza um indivíduo com dificuldades de aprender rapidamente. Dessa forma, medidas são necessárias para que esse impasse possa ser controlado e cuidado de maneira correta.

Em primeiro plano, destaca-se que muitos diagnósticos desses distúrbios não acontecem precocemente. Outrossim, segundo uma pesquisa publicada pelo site Núcleo do Conhecimento, muitos alunos não têm o apoio pedagógico necessário, o que ajudaria na identificação do caso, e também, há falta de professores capacitados nas escolas, correspondendo a um pouco mais de 15%, o que acaba atrapalhando o desenvolvimento desses indivíduos, caracterizando suas dificuldades como falta de interesse ou atenção do mesmo.

Outro ponto relevante, nessa temática, é que segundo uma pesquisa postada no Estadão Educação, aproximadamente 70% da população possui algum tipo de distúrbio que interfere em sua aprendizagem, seja na escrita ou na leitura, o que deixa difícil a inserção das mesmas nas escolas. Além disso, em muitas instituições de ensino, não há atendimento especializado aos alunos, o que gera, consequentemente, a exclusão dessas pessoas do sistema educacional necessário, que é a educação básica, em razão de seus transtornos, e, normalmente, essa situação acontece por falta de professores capacitados em identificar e trabalhar com esses indivíduos.

Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para que diagnósticos precoces desses distúrbios sejam realizados. Dessa maneira, compete ao Governo, junto com o Ministério da Educação (MEC), promoverem medidas que atendam melhor essas pessoas. Essa ação deve ser feita por meio de contratação de pessoas capacitadas em ajudar, principalmente nas escolas, como professores especializados na situação e psicólogos, com o dever de observar todos os alunos individualmente e identificar quem possui dificuldades, com o objetivo de reconhecer essas pessoas ainda no início da enfermidade e ajudar esses alunos nas interações com os estudos, para que possam aprender normalmente e com eficiência como todos as outras pessoas que não possuem algum tipo de imperfeição.