As dificuldades das crianças com distúrbio de aprendizagem de se inserirem na escola

Enviada em 17/05/2020

A Constituição Federal de 1988 é um marco aos direitos dos cidadãos brasileiros, por garantir liberdades civis e os deveres do Estado. Embora, não é bem assim, faltando a garantia desse cumprimento de direito, tornando a integração das crianças com distúrbios de aprendizagem cada vez mais longe ser efetuada. Dessa forma, pode-se notar que o problema em questão não é só a inclusão das crianças nos meios escolares, mas também a necessidade de providências do Estado.

Em primeiro lugar, é necessário a incorporação de acompanhamentos pedagógicos e uma empatia entre os companheiros de classe. Entretanto, segundo o filósofo Zygmunt Bauman em sua obra “Modernidade Líquida” relata que a pós modernidade está fortemente voltada para o individualismo. Sendo assim, é notável que não há uma preocupação com as minorias que sofrem algum tipo de imprudência no Brasil.

Ademais, é evidente que, o Estado deve investir mais na infraestrutura e no desenvolvimento da sua educação, não deixando que nenhum cidadão seja prejudicado em alguma plataforma. De acordo com o sociólogo Sérgio Buarque, desde a colonização, o brasileiro é marcado por um individualismo acentuado que o leva a se apropriar do público para fins particulares. Logo, é preciso uma resolução para que seja realizado a implementação de recursos para as crianças com distúrbios.

Portanto, são necessárias medidas para controlar esse individualismo, e pensar mais no outro. Urge, que o Ministério da Educação (MEC), invista  na infraestrutura de suas escolas, e inclua professores especializados no ensino fundamental, como meio de ajudar a criança a se sentir confortável no ambiente escolar, e absorver o conteúdo de maneira facilitada. Além disso, é necessário que a mídia retrate sobre a importância de incluir o jovem com dificuldades nos meios sociais, a fim de tornar uma sociedade com mais afeto pelo próximo e com menos desigualdade. Assim, será possível ir diminuindo cada vez mais o egocentrismo que foi dominado pós modernidade, como constatou Bauman.