As dificuldades das crianças com distúrbio de aprendizagem de se inserirem na escola
Enviada em 25/05/2020
AS DIFICULDADES DAS CRIANÇAS COM DISTÚRBIO DE APRENDIZAGEM DE SE INSERIREM NA ESCOLA
Segundo analise da Psicopedagoga Tânia Maria, cerca de 70% da população possui algum tipo de distúrbio na escrita ou leitura. Analisando essa realidade, nota-se o quanto a sociedade brasileira é prejudicada quando o assunto é inserção nas escolas, seja por falta de infraestrutura ou por falta de profissionais capacitados para prestar um acolhimento adequado. Diante dessa problemática, observa o despreparo das instituições de ensino e dos familiares, em lidar, de maneira eficiente com essa adversidade da educação brasileira.
Conforme a Constituição Brasileira de 1988, as escolas de rede regular de ensino, devem, mediante aos alunos que apresentarem necessidades especiais, prover a infraestrutura necessária para o desenvolvimento destes indivíduos. Portanto, são apresentadas grandes problemas no processo de aprendizagem, pois, a maioria das escolas públicas carecem de profissionais qualificados no assunto para a inclusão de alunos que possuem dificuldades no sistema educacional. Como resultado, as crianças que sofrem com o déficit de atenção ou autismo, são deixadas a margem do sistema de ensino de aprendizagem e sofrem com a exclusão e baixa-autoestima.
Segundo o Sociólogo Paulo Freire, “Ensinar não é transmitir conhecimento, mas criar possibilidades para a própria produção e construção”. Dito de outro modo, a falta dessas “possibilidades” começa em casa, quando acontece de uma família não perceber o distúrbio de aprendizagem e confundir com falta de interesse ou atenção. Isso ocasionará um aprendizado de baixa eficiência, visto que, os pais poderiam ao perceber essa dificuldade tratar e introduzir de maneira imprescindível essas crianças no convívio social para uma construção melhor do bem-estar destes indivíduos.
Em suma, faz-se importante a criação de uma medida capaz de conter as dificuldades das crianças com distúrbio de aprendizagem de se inserirem nas escolas. Por isso, a fim de solucionar o despreparo dos profissionais e parentes, é preciso que o Estado junto com a imprensa, dadas as suas obrigações referente ao enfrentamento de óbices com vista a garantir o bem-estar populacional, crie uma qualificação dos professores e informações voltada as famílias. Essa ação deverá ser realizada por meio de cursos, palestras e debates sociais para a conscientização e capacitação da sociedade para conhecer as características logo nos primeiros anos de vida destes indivíduos e saber lidar de forma eficiente com essa adversidade. Dessa forma, poder-se-á uma sociedade livre dos impasses gerados pelas dificuldades de inserção das crianças com déficit e um Brasil em progresso.