As dificuldades das crianças com distúrbio de aprendizagem de se inserirem na escola
Enviada em 19/05/2020
O mundo fictício
Os cientista Carl J. Friedrich e Zbigniew K. Brzezinski, estudam o totalitarismo e as classificam em seis partes, entre elas está o uso de tecnologias de comunicação (manipulação). Contudo, a expansão das redes de informação vem se tornando cada vez mais perigosa, pois, a utilização dos livros é cada vez mais deixado para trás, facilitando assim, às notícias falsas. Desse modo, as formas de manipulação na tecnologia, impulsionam as mudanças de hábitos antigos gerados pelos avanços do conhecimento e que consequentemente deixará de lado a existência do livro.
Em princípio, é preciso atentar para a impunidade presente na questão. A máxima de Sócrates de que “o verdadeiro conhecimento vem de dentro” pode ser perfeitamente utilizada. Desse modo, tem-se como causa os avanços tecnológicos e a prevalência de que só os meios virtuais trazem todo o tipo de conhecimento a uma pessoa e que o sentimento de insegurança só aumenta no que tange as novas formas de totalitarismo na era tecnológica. Dessa forma, tem-se como consequência a extinção dos livros no meio de informação. Segundo a Filósofa Hanna Arent, o totalitarismo é dividido em ideologia × terror, sendo que a ideologia é como se fosse um mundo fictício e o totalitarismo utiliza da lei para legitimar esse mundo. Nesse contexto, vemos a sobreposição de interesses individuais, em que países desenvolvidos investem mais em tecnologias como sendo uma forma de construir um mundo virtual mais prático e que aos poucos se torna disfuncional.
Em síntese, para que tal problema resolva é necessário que o Ministério da Educação realize trabalhos em escolas, para que desde cedo as crianças já tenham o conhecimento base de que a tecnologia em excesso torna-se manipuladora e que por meio de trabalhos, passeios escolares e o desenvolvimento prático da leitura, venha prepará-los para um futuro melhor e sem manipulação.
futuro drástico de monitoração.