As dificuldades das crianças com distúrbio de aprendizagem de se inserirem na escola
Enviada em 25/05/2020
As crianças com transtornos de atenção e de aprendizagem são alunos diferenciados, por terem dificuldades em acompanhar o ensino escolar normalmente. Por isso, é necessário que haja uma maior atenção dos profissionais do ensino, direcionada a elas. Mas, infelizmente, nem todos os professores têm a capacitação requerida para realizar uma adaptação do seu método. Logo, a inclusão desse grupo na aula se transforma em uma problemática. Mas, esse não é o maior alarmante quando se trata desse tema. Baseado em estudos do Jornal Científico Núcleo do Aprendizado, o grande obstáculo na inserção desse público é a própria falta de reconhecimento dos distúrbios pelos responsáveis. Portanto, são necessárias medidas do Governo para que a todos esses indivíduos sejam devidamente inclusos na educação, conforme o Direito à Educação, presente na Constituição de 1988.
Embora haja a falta de capacitação profissional, esse não é o único fato que prejudica a inclusão das crianças com transtornos de aprendizagem na escola. Segundo o Jornal Científico Multidisciplinar Núcleo do Aprendizado, cerca de 35% das dificuldades na inserção desses alunos na educação é porque os próprios pais não identificaram os transtornos no filho. Isso porque os responsáveis pelos infantes, na maioria das vezes, acreditam que é preguiça do aluno. Além disso, acham que o filho (a) não se identifica com a metodologia do professor ou que ele (a) realmente tem dificuldades na matéria. Assim, é notável que essa realidade seja prejudicial para o portador da disfunção intelectual, uma vez que ela precisa ser notada pelos cuidadores mais próximos, para que as medidas corretas sejam tomadas, a fim de não prejudicar a alfabetização pueril.
Nesse âmbito, portanto, é imprescindível que ações sejam realizadas, com o objetivo de esclarecer o que são os transtornos de aprendizado à sociedade. Nesse aspecto, o Ministério da Saúde, juntamente com o Ministério da Educação, deveria estimular as faculdades de psicologia a criar um projeto de extensão que esclarecesse a respeito dos transtornos de aprendizado. Esse projeto falaria o que são esses distúrbios, como a criança apresenta-os e formas de identifica-los, para que o perfil intelectual do infante não seja comprometido por falta de detecção. Assim, os pais estariam capacitados para reconhecer os problemas de aprendizado de suas crianças. Logo, o processo de inclusão escolar seria uma etapa menos complicada.