As dificuldades das crianças com distúrbio de aprendizagem de se inserirem na escola

Enviada em 25/05/2020

No mandato de Dom Pedro I, foram criadas as escolas de primeiras letras, com o intuito de disseminar a educação no país. No entanto, mesmo com esses avanços, crianças com distúrbios de aprendizagem enfrentam diversas barreiras para ter boa eficiência no aprendizado, devido ao despreparo das escolas e a falta de participação dos políticos responsáveis pela educação brasileira.

Primordialmente, muitas escolas brasileiras não têm o preparo adequado para atender a esses alunos que precisam de atenção elevada. Sendo assim, insere-se o artigo 5 da constituição cidadã, em que todos os cidadãos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Desse modo, é evidente, no que tange a educação, esse direito não é totalmente respeitado, pelo fato de escolas públicas e privadas não oferecerem apoio e suportes adequados aos alunos que dependem de um cuidado mais preciso. Por isso, se as escolas não atenderem a esse direito, ela acaba por impossibilitar a criança a ter um equilíbrio diante dos outros estudantes, o que leva a ferir o artigo 5 da constituição.

Outro fator existente é a ausência da atuação dos políticos no combate para o desenvolvimento de mecanismos que facilitem o aprendizado dos alunos. Sob tal ótica, Aristóteles cita que, a política deve ser usada, de modo que, por meio da justiça o equilíbrio seja alcançado. Nesse sentido, infelizmente é observado em todo o país a ineficácia das ações governamentais para implementação de políticas públicas, que venham suprir a necessidade desses discentes, como por exemplo a falta de pedagogos com especialização no tratamento para com esses alunos. Logo, se o país não tomar medidas eficazes e imediatas, não haverá como fornecer um futuro digno e justo a essas pessoas, que também merecem contribuir para a sociedade e o futuro de Brasil.

Em síntese, é notório que as crianças com distúrbio de aprendizagem não são amparadas completamente pelo Governo Federal, e por isso, urge ao Poder Público – em conjunto ao ministério da educação – o fornecimento de materiais didáticos e paradidáticos que visam facilitar o aprendizado desses alunos que que precisam de um trabalho específico voltado a eles, por meio da compra desses materiais em empresas especializadas no assunto e com experiência no mercado para que a credibilidade exista. Ademais, o ministério da educação deve pedir às faculdades para que seja inserida uma matéria extra na carga horária dos cursos de educação, por meio do contato com os reitores das universidades públicas e privadas, para que assim, sejam inseridos profissionais com a capacidade de atenderem às adversidades que vierem encontrar nas áreas estudantis.