As dificuldades das crianças com distúrbio de aprendizagem de se inserirem na escola

Enviada em 14/06/2020

Na organização social da cidade de Esparta, quando uma criança nascia com alguma deficiência, seja mental ou física, era jogada do alto de um penhasco, pois na época era considerada inválida para a civilização. Nesse contexto, o período histórico se faz análogo a exclusão que crianças com distúrbios na aprendizagem enfrentam para se inserir no ambiente escolar, ao impor limites na sua capacidade cognitivas e possuir professores sem a adequada qualificação. Esse panorama nefasto suscita a ação mais efetiva do Governo e da Sociedade.

Em primeira análise, a inserção e educação de todo e qualquer ser humano é de extrema importância ao desenvolvimento subjetivo e do país, relevância essa pouco vista hodiernamente, por motivos discriminatórios que impedem o aprendizado de jovens e crianças com transtornos de aquisição. Para ratificar  essa consequência, o sociólogo Sergio Cortella, defende que inclusão é um direito daqueles que precisam, e incluir é um dever de todos. Sendo assim, a empatia e respeito à diferença é um dever na qual todo cidadão deve seguir para se obter evolução na forma de pensar e agir, reconhecendo que a mentalidade arcaica e preconceituosa,acarreta consequências irreversíveis as gerações presentes e futuras.

Em segunda análise, a carência de profissionais qualificados em escolas para com crianças que necessitam de atenção especial, ainda é posta como mazela e desnecessária. Isso pode ser ratificado, consoante ao atleta Renato Abreu, afirma que a qualificação profissional é a base para o entendimento e reconhecimento daqueles que mais precisão dos seus serviços . Logo, a extrema precisão de professores adequados no corpo escolar, ajuda crianças e jovens a melhorar rendimentos estudantis e no ato de aceitação da diferença dentro e fora das salas de aula.

Conclui-se, portanto, que cada ser humano possui diferenças e necessidades, cabe a população respeitar, entender e procurar meios para mitigar as dificuldades para se obter educação necessária. Primeiramente deve- se fazer com que haja inclusão no meio escolar, com a ajuda do ministério da educação, realizando projetos, como a educação inclusiva, a fim de inserir crianças com distúrbios estudantis na civilidade. Outra medida responsiva será de promover a maximização da qualificação de professores e profissionais, com a intervenção de escolas e faculdades, ofertando bolsas- exemplo das integrais oferecidas em colégios e faculdades particulares-, no intuito de prepara e ensinar como agir devidamente correto para um maior desenvolvimento pessoal e intelectual de jovens com necessidades especiais.