As dificuldades das crianças com distúrbio de aprendizagem de se inserirem na escola

Enviada em 03/08/2020

No século IX a.C., em Esparta na Grécia antiga, bebês eram jogados de penhascos ao serem diagnosticados com deficiências e inaptos para a vida militar. No séculos XXI, os bebês não são mais jogados de penhascos e sim em vidas repletas de dificuldades acadêmicas e profissionais por conta da falta de diagnósticos em crianças com distúrbio de aprendizagem e falta de inclusão nas escolas.

Em primeiro plano é fato que muitas crianças com transtorno de aprendizagem não são diagnosticadas precocemente, e que isso acomete para a criança, e adolescente, uma série de desafios que os enche de angustia e frustrações pela dificuldade, ou impossibilidade, de aprender como os demais alunos. E também impossibilita a escola de tomar qualquer medida cabível para tentar reverter a situação.

Ademais, a Constituição Federal assegura a educação de qualidade a todos brasileiros. Entretanto, muitas escolas não estão aptas por completo para a alfabetização desses alunos, pois muitas não possuem profissionais especializados, capacitação de professores, falta de informações para todos os profissionais e até mesmo alunos.

Portanto, o Governo, juntamente com o Ministério da saúde, deve incentivar, por meio de propagandas do Ministério exibidas em canais abertos de TV, pais a fazerem exames nos filhos desde muito jovens, para evitar dificuldades de ensino por falta de diagnósticos. Além disso, para que garantir o direito a educação de todos, o Estado deve designar verbas para o Ministério da educação adaptar escolas para alunos com os transtornos, por meio da contratação de profissionais habilitados e especializados.