As dificuldades das crianças com distúrbio de aprendizagem de se inserirem na escola

Enviada em 02/08/2020

Segundo o pensamento de Aristóteles, “devemos tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na medida de sua desigualdade”, ou seja, bem como na educação, alunos com qualquer tipo de distúrbio necessitam de atendimento especial, a fim de alcançar os mesmos objetivos. Nesse sentido, convém analisar dois aspectos: a falta de planejamento das escolas e o desconhecimento dos professores quanto aos distúrbios.

Em primeiro lugar, O teórico da administração Peter Drucker afirmava que: “O planejamento estratégico não diz respeito à decisões futuras, mas às implicações futuras de decisões presentes”. Tendo em vista o pensamento do administrador, fica evidente que para alcançar um obejtivo, faz-se necessário um bom planejamento, tal como a falta de planejamento das escolas para com os alunos com distúrbios e professores que não possuem bons resultados e que têm métodos falhos de ensino.

Somado a isso, a falta de informação costuma ser o principal obstáculo para o tratamento das pessoas com distúrbios de aprendizagem, dificuldades real muitas vezes confundida com falta de atenção ou de interesse. “É um indivíduo que não consegue adquirir a aprendizagem de forma eficiente”, cita a psicopedagoga Tânia Maria. Devido a isso,ter conhecimento sobre dificuldades e distúrbios de aprendizagem pode ajudar o professor, já que estudos demonstram que o professor é o intermediário para a procura dos pais aos serviços de saúde, com queixas de distúrbios ou dificuldades de aprendizagem.

Evidencia-se, portanto, a necessidade de descrição de conceitos sobre a diferenciação entre distúrbios e dificuldades de aprendizagem. Enfim, cabe ao governo implantar salas específicas dentro das escolas, para que a criança com distúrbio passe por programas educativos individuais e intensivos. Como também, o Ministério da Educação deve disponibilizar cursos íntegros destinado aos docentes, para tomarem conhecimento sobre o assunto.