As dificuldades das crianças com distúrbio de aprendizagem de se inserirem na escola
Enviada em 01/08/2020
Na Grécia antiga as crianças portadoras de alguma deficiência eram jogadas de um monte onde eram facilmente descartadas. No tempo atual as crianças não são descartadas, mas sim excluídas devido apresentarem alguma anomalia ou distúrbio seja físico ou mental.
Na teoria, a lei diz que todas as pessoas tem os mesmos direitos e deveres como cidadão. Na prática as pessoas portadoras de alguma deficiência ou distúrbios não tem os mesmos direitos que uma pessoa “comum”, e as pessoas “comuns” não exercem na maioria das vezes o dever de ajudar indivíduos com dificuldades.
É notório a falta de recursos e de conhecimento sobre doenças de aprendizagem. Tal fato se da muitas vezes por negligencia ao reconhecimento da família sobre a dificuldade da criança que na maioria das vezes é entendido como uma falta de atenção ou mesmo desinteresse. Dessa forma o tratamento para esse tipo de peculiaridade vai se adiando e consequentemente ficando mais difícil devido o crescimento da criança, dificultando também a inserção da mesma no ambiente social e educativo.
Porém é importante salientar que as escolas, universidades e centros educacionais não estão prontas para acolherem pessoas com esse tipo de necessidade. Isso porque embora o Governo do país garanta educação e aprendizagem para todos, a maior parte dos locais de ensino não contém profissionais qualificados para lidar com esse tipo de público.
Fica claro que deve ser tomada uma atitude para aprimoramento de unidades de ensino. O Ministério da Educação junto com a parceria do Governo ou do Estado têm de a buscar a qualificação necessária dos novos docentes que ingressão em instituições sejam elas publicas ou privadas e dos mesmos que já exercem a sua profissão dentro da área da educação afim de ampliar a disponibilidade e oportunidades para atender crianças e jovens com esse tipo de especialidade.