As dificuldades das crianças com distúrbio de aprendizagem de se inserirem na escola

Enviada em 03/08/2020

Aristóteles acreditava que “devemos tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na medida de sua desigualdade”, ou seja, para alcançar o mesmo objetivo, pessoas diferentes devem ser tratadas de maneira diferente. Não é difícil ver que o Brasil não seguiu completamente essa premissa, principalmente no ensino de crianças com dificuldades de aprendizagem. Avaliar a causa desse problema e entender seu impacto hoje é fundamental para resolvê-lo.

Primeiro, há uma clara falta de conhecimento sobre doenças na aprendizagem. Esse fato é uma barreira para as famílias reconhecerem barreiras, que podem ser facilmente confundidas com desinteresse ou falta de atenção. Portanto, o diagnóstico precoce do problema é dificultado, o que também prejudica a integração das crianças no ambiente social.

No entanto, é necessário perceber que as instituições educacionais do país geralmente não podem aceitar alunos com necessidades especiais de ensino. Isso ocorre porque, embora a Constituição Federal garanta a oferta de educação a todos os cidadãos, a maioria das escolas públicas carece de profissionais qualificados para incluir alunos que enfrentam dificuldades no processo educacional. Portanto, por exemplo, crianças com atenção e autismo insuficientes são excluídas do sistema de ensino e sofrem rejeição e baixa auto-estima.

O importante é que o Ministério da Educação, que é aliado às ONGs, divulgue as dificuldades de aprendizagem ao público através de anúncios e folhetos de televisão e instrua-os sobre o que fazer se suspeitarem que alguém próximo a alguém tem alguma deficiência. Além disso, as instituições públicas devem oferecer cursos presenciais para professores de escolas públicas, que ensinam conhecimentos de educação especial a crianças com dificuldades de aprendizado e aumentam sua conscientização na identificação desses problemas para lembrar os pais de informações sobre esse tópico.