As dificuldades das crianças com distúrbio de aprendizagem de se inserirem na escola

Enviada em 11/12/2020

O Transtorno do Défict de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é caracterizado pela dificuldade de se concentrar, pela impulsividade, bem como pela agitação. Essa condição afeta recorrentemente crianças, além de adolescentes, nesse contexto, esse distúbio merece destaque na “nação verde-amarela, uma vez que é relevante o seu diagnóstico verídico para garantia da qualidade de vida desses indivíduos. Por assim ser, é importante analisar não só a identificação desse transtorno neuropsiquiátrico, mas também a sua banalização no “país tupinanquim”.

Em primeiro lugar, os professores , geralmente, são responsáveis pela encaminhamento do diagnóstico do TDAH, visto que a escola é um ambiente que exige uma grande atenção dos alunos. Nesse viés, indivíduos com essa condição ou os que apresentam alguns de seus sintomas podem apresentar dificuldades na concretização da aprendizagem, o que é informado aos seus responsáveis. Destarte, é relevante um diagnóstico correto, pois o seu tratamento, como a drogatização, a qual se sucede pela ingestão de vitaminas, como magnésio que pontencializa a concentração, influenciará na qualidade de vida dessas pessoas, todavia, ao serem tomadas de forma indiscriminada causam danos, como lesões hepáticas.

Em segundo lugar, o cartunista Ziraldo Alves criou, em 1980, “O Menino Maluquinho”, série em quadrinhos, na qual, esse personagem é caracterizado por uma constante agitação. Nesse sentido, se essa pessoa fosse uma criança do século XXI, ela ,provavelmente, seria diagnosticada com TDAH, uma vez que há a sua relativização. Esse cenário ocorre por essa condição não apresentar exames concretos para sua identificação, a qual se sucede por meio de diálogos com psicólogos, além de pisquiatras. Soma-se a isso, essa banalização é provocada pela priorização do lucro no sistema capitalista, a qual foi alegada pelo filósofo Karl Marx, por isso, profissionais ,que deveriam zelar pela integridade de seus pacientes, alegam ,falaciosamente, esse distúrbio, objetivando a continuação de sues atendimentos.

Portanto, o transtorno do défict de atenção e hiperatividade, merece destaque no Brasil, considerando não só a identificação desse transtorno neuropsiquiátrico, mas também a sua banalização. Assim, cabe aos responsáveis pelas crianças e adolescentes, indivíduos mais afetados por essa condição, como agentes de convivência secundários, recorrer a psicólogos, bem como a pisquiatras de exelência. Isso ocorrerá por meio da ida a profissionais que apresentam reconhecimento social pelo serviço prestado à sociedade, o que objetiva a não relativização desse transtorno, antes que mais crianças, como “O Menino Maluquinho” sejam diagnósticada com TDAH por uma característica.