As dificuldades das crianças com distúrbio de aprendizagem de se inserirem na escola

Enviada em 13/01/2021

Promulgada pela Organização das Nações Unidas em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos o direito à educação e ao bem-estar social. Conquanto, os desafios entrelaçados a aprendizagem de crianças com distúrbios impossibilitam que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato, para que uma sociedade integrada seja alcançada.

Em primeira análise, cabe ressaltar que a educação é o fator principal para o desenvolvimento de um país. Hodiernamente, ocupando a décima segunda posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino suficiente e inclusivo. Contudo, a realidade é justamente a oposta e o resultado desse contraste é claramente refletido na falta de políticas públicas. De acordo com o Ministério da saúde ocorreu um aumento de 3% a 6% de pessoas com o distúrbio TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade). Diante desse exposto, é perceptível que a reformulação da postura estatal é de suma importância para a real solução desse imbróglio.

Faz-se mister, ainda, salientar a falta de informação dos indivíduos como impulsionador do problema, pois a grande maioria retrata como falta de atenção ou desinteresse. Segundo a lei da inércia do físico e inglês Isaac Newton, um corpo tende a permanecer parado até que uma força atue sobre ele e mude sua situação. Analogamente a esse estudo, nota-se que a real inclusão dessas crianças prmanecerá estagnada, a menos que o Estado tome providências com o fito de reverter o panorama vigente.

Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem a construção de um mundo melhor. O governo necessita cobrar postura aderente à educação, uma modificação nos programas sociais e nos meios midiáticos para a informação devida a toda população com palestras, anexos e divulgação da necessidade da inclusão dessas pessoas junto com o Ministério da Educação, prefeituras e oficinas culturais voltadas para esse tema que não é tão discutido para que ocorra uma estimulação nos dados para pessoas que recebem aprendizado especial. Dessa forma, o Brasil poderia superar esses desafios a partir dessas ações que são primordiais, e espera-se, também, uma melhoria das condições sociais e políticas desse grupo.