As dificuldades das crianças com distúrbio de aprendizagem de se inserirem na escola
Enviada em 02/09/2021
Machado de Assis em sua obra “Memórias do Postumas de Brás Cubas”, passando pela aversão do falecido autor à deficiência, por meio de “Por que a beleza é manca” Essa afirmação a forma atual como a trata sociedade os deficientes. Apesar das conquistas desse grupo em termos de direitos constitucionais, crianças incluir com deficiência de aprendizagem ainda é um desafio, não só por negligência governamental, mas também por preconceito social.
Mais importante, é necessário informar que a Carta Magna promulgada em 1988 garante educação inclusiva de qualidade para pessoas com deficiência intelectual, mas o poder executivo não faz cumprir esse direito. Segundo Thomas Hobbes, o Estado, os órgãos reguladores e, sobretudo, como instituições devem proporcionar um meio de vida digno aos seus cidadãos e, portanto, esse conceito parece ter sido corrompido no Brasil porque autoridades administrativas não disponibilizam profissionais para cuidar de pessoas com transtornos mentais. , Principalmente no setor escolar, para que seus direitos fiquem apenas no papel. Portanto, as crianças com síndromes comportamentais ou psicológicas (cerca de 70% da população) têm encontrado nos números menores em áreas diferentes de suas vidas, fazendo com que enfrentem maior desrespeito e rejeição.
Vale ressaltar que a discriminação enraizada na sociedade, inclusive nos familiares dessas pessoas, é um poderoso obstáculo à implementação desse direito. Segundo o sociólogo Émile Durkheim, a família é uma instituição-chave e alicerce para a formação da estrutura social, a reforça os preconceitos de muitas famílias, pois atribuem o distúrbio de aprendizagem ao desinteresse, totalizando 33% de alfabetização alfabetização Dificuldades, suprimir vigorosamente a inserção da educação. Esse estereótipo está arraigado desde a Idade Média e, devido à falta de formação psiquiátrica, os portadores de transtornos mentais são considerados irracionais e insignificantes, e hoje dificultam sua integração ao grupo.
Diante disso, a escola deve promover a formação de cidadãos que respeitem as diferenças e valorizem a tolerância, por meio de palestras esclarecedoras na presença dos pais, e ampliar a consciência sobre os transtornos mentais. Além disso, o Estado deve aumentar os investimentos na formação de profissionais da educação inclusiva, como o estabelecimento de mecanismos para a implementação de políticas públicas eficazes para a proteção dos direitos desses cidadãos. Além disso, é necessária uma ação da mídia para aumentar a compreensão e o respeito à doença e para reverter a rejeição ao passado anterior por Brás Cubas.