As dificuldades das crianças com distúrbio de aprendizagem de se inserirem na escola

Enviada em 07/09/2021

É notório , que as dificuldades das crianças com dificuldades de aprendizagem são diretamente proporcionais aos métodos de ensino tradicionalis. Os métodos de ensino tradicionalis carecem de flexibilidade e não podem estimular a aprendizagem do ensino e da prática metodológica para alcançar uma maior tolerância educacional.

Mesmo com o amparo do Artigo 5º da Constituição, os alunos que sofrem com algum transtorno, como o Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), sofrendo continuar discriminação e, citando um caso análogo a essa afirmativa, foi a denúncia de Tito Santa Cruz, vocalista da banda Detonautas. Segundo o cantor, sua filha, Bárbara, não foi aceita na escola carioca Carolina Patrício, logo após a instituição receber o diagnóstico de TDAH da criança. A lei constitucionalizada é de extrema importância, mas é necessário haver fiscalização e cuidado especial, sem excluir a criança do convívio social.

Além disso, casos há em que crianças muito pequenas com problemas de aprendizagem são expulsas. Em 2015, uma reportagem do site Terra mencionou que Pedro, um menino de 3 anos de idade, de São Paulo, foi expulso da escola por molhar os sapatos do colega enquanto ele dormia. “A expulsão não vale como punição ou medida educativa. Só aumentar o problema, porque quando uma criança é expulsa da escola, ela é ferida no processo de socialização”, disse o educador Eugênio Cunha.

Portanto, para resolver os problemas acima, o Ministério da Educação precisa fiscalizar a fiscalização do sistema educacional e realizar pesquisas regulares com pais e alunos em escolas públicas e privadas para comprovar eficácia a das leis pertinentes. Garantir os direitos dos alunos com deficiência intelectual, além da realização de palestras voltadas para a divulgação dessas doenças. Além disso, o Ministério da Saúde tem a responsabilidade de realizar atividades de publicidade para informar os pais e responsáveis sobre a necessidade de fiscalizações para diagnosticar barreiras educacionais.

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