As dificuldades das crianças com distúrbio de aprendizagem de se inserirem na escola
Enviada em 18/09/2021
Promungada pela ONU em 1948 a declaração universal dos direitos humanos garante a todos os requisitos o direito à educação e ao bem estar social. Portanto, na prática não ocorre exatamente assim, é visível como crianças portadoras de distúrbios não recebe apoio e nem aprovado como aula da educação. No entanto, uma problemática em questão é a falta de cuidado dos pais em casa e dos alunos na turma da escola e das metologias o padrão por eles utilizado.
Em primeira análise, oberva-se como os pais e professores associam esse trastorno com preguiça ou falta de atenção, enchendo a criança de mais atividade e pressão achando que vai resolver, mas fazendo assim só tarda o diagnóstico e atrasa o aprendizado dela. Segundo o sociólogo e professor Paulo Freire: “Ensinar não é transferir, conhecimento mas criar possibilidades para a própria produção e construção.” Com isso, é válido ressaltar como os professores precisam mudar suas didáticas e sua pespectiva em certos alunos, prestando mais atenção na questão da evolução do aprendizado e tentar ajudar o aluno o quanto antes.
Em segundo plano, nota-se como esses alunos vão passando de ano com as complicações e carrega elas pelo resto da vida. De acordo com o site Enciclopédia sobre o Desenvolvimento na Primeira Infância, cerca de 75% das crianças que têm problemas com a leitura do terceiro ano continua a apresentar-ao não decorrer de sua vida escolar. Dessa forma, conclui-se que novas formas de ensino e metologia devem ser elevados para garantir que essas crianças realmente aprendem e alcançar alcançar bem no âmbito escolar.
Mediante aos fatos conhecidos expostos, é notório como a falta de apoio pela própria rede de ensino e dos pais em casa mais ainda com as dificuldades dessas crianças. Portando, cabe ao governo federal juntamente com o Ministério da Educação promoverem mudanças para aprimorar o sistema de ensino e facilitar a inclusão dessas crianças, promovendo mais reuniões nas escolas para conversar melhor com os professores e saber do desempenho geral de cada aluno e orientar aos pais para que acompanham seus filhos nos deveres de casa observar se eles têm alguma dificuldade mais aguda. Cabe também ao governo federal contratar psicólogos nas escolas para fazerem acompanhamentos diários e ajudar a detectar se tem algum problema em questão do desenvolvimento dessas crianças.