As dificuldades das crianças com distúrbio de aprendizagem de se inserirem na escola

Enviada em 18/09/2021

Segundo Aristóteles, “devemos tratar igualmente os iguais e desiguais, na medida de sua desigualdade”, ou seja, como pessoas diferentes devem ser tratadas de maneira distintas a fim de alcançarem um mesmo objetivo. Não é difícil de receber, contudo, que essa permissa não é plenamente seguida no Brasil, principalmente no que se diz a respeito ao ensino de crianças com distúrbios de aprendizagem. Avaliar como causas desse problema e entender os seus efeitos na contemporaneidade é  essencial para combatê-lo.

Em primeiro lugar, é notória a falta de conhecimento das doenças na aprendizagem. Esse fato é um empecilho ao reconhecimento, pela família, dos distúrbios, que são facilmente confundidos com desinteresse ou falta de atenção. Dessa forma, o diagnóstico precoce dos problemas são dificultado, o que prejudica a inserção das crianças no ambiente social também. É importante ressaltar, ainda, que as pessoas que possuem dificuldades na aprendizagem possuem inteligência normal, ou até mesmo superior a média, demonstrando que a identificação do problema é essencial para um ensino eficiente aos alunos que convivem com essas doenças.

No entanto, é preciso reconhecer que as instituições de ensino do país, em geral, não estão aptas a alunosem com necessidades pedagógicas especiais. Isso porque, embora a Constituição Federal garanta a educação a todos os cidadãos, a maioria das escolas públicas carecem de profissionais incorporados para a inclusão de alunos que não possuem mo processo educacional. Sendo assim, crianças que respondem com o déficit de atenção e autismo, por exemplo, são deixadas à margem no sistema de ensino-aprendizagem e redução com exclusão e baixa estimativa.

Portanto, fica claro, que o problema em voga é bastante amplo e deve ser resolvido. Para isso, é importante que o ministério da educação, aliado a organização não governamental, divulgada à população, através de comerciais em televisão e panfletagem os distúrbios da aprendizagem e a orientação no que fazer caso suspeite que o próximo possua algum dos transtornos. Além disso, o poder público deve disponibilizar cursos presenciais para os docentes da Rede Pública que ensinem sobre o ensino especializado às crianças com dificuldades escolares e que aumente a percepção deles na identificação desses problemas, um fim de alertar os pais sobre o assunto.