As dificuldades das crianças com distúrbio de aprendizagem de se inserirem na escola

Enviada em 27/04/2023

Com a chegada do Corona Vírus em 2019, houve um aumento de casos significativos de crianças com distúrbio de aprendizagem, que hoje resultam em problemas constantes na atualidade. Nesse sentido, tal panorama promoveu a dificuldade para os professores conceberem com qualidade o ensino, dificultando a alocação de alunos com esse tipo de quadro em unidades escolares. Desse modo, torna-se premente analisar os principais impactos dessa problemática: a falta de participação dos órgãos públicos e a precaridade da estrutura escolar em geral.

É notório que os órgãos governamentais responsáveis pela educação no Brasil, não são participativos como deveriam; temos como evidência a carência de alunos com problemas de aprendizagem que necessitam de ensino básico para um bom desenvolvimento social e econômico. A falta de contratação de profissionais como: psicopedagogos e especialistas em neurociência, para o acompanhamento e tratamento dessas crianças complicam a anexação de mais educandos nas escolas. Sem o tratamento devido e a alta hiperatividade, por exemplo, os professores possuem seu trabalho mais complexo e restringido, por não conseguirem conceber a devida qualidade de aprendizados para todos os alunos. Portanto, com o número de vagas limitadas e com falta de estrutura dos colégios, alunos com algum transtorno de aprendizagem possui dificuldade de ser inserido em escolas.

A falta de investimentos nas unidades escolares, atualmente, promovem o quantitativo baixo de alunos alocados ao ensino básico. Salas pequenas, estruturas escolares antigas, falta constante de manutenção nos colégios e escassez de professores, proporcionam uma alta redução de dissentes no campo acadêmico. De acordo com Paulo Freire, educador brasileiro mundialmente conhecido; “Quando a educação não é libertadora, o sonho do oprimido é ser o opressor”.

Diante do exposto, é indiscutível que a solução para as adversidades precisam ser apresentadas. O Ministério da Educação conectado com o SUS (Sistema Único de Saúde); iram solucionar os problemas de manutenção, fazendo a construção de novas unidades para a alocação de mais alunos e em parceria com os órgãos públicos educacionais, o “SUS” irá acompanhar e dar apoio nas unidades para o tratamento e evolução dos dissentes, assessorando os docentes nas turmas.