As dificuldades do acolhimento de refugiados
Enviada em 05/07/2019
Segundo os dados divulgados pelo Comitê Nacional para os Refugiados (CONARE) no relatório “Refugiados em Números”, o Brasil reconheceu, até o final de 2017, um total de 10.145 de refugiados de diversas nacionalidades. Principalmente, por causa de guerras, perseguições ,políticas ou religiosas, e extrema pobreza. Mas com a sua vinda ao território brasileiro, continuam tendo dificuldades para enfrentar problemas, como serem aceitos pela população, conseguirem um emprego e um local para morarem.
Em primeira análise, a partir do contexto histórico, desde 1939 com a Segunda Guerra Mundial, a Guerra Fria e a Primavera Árabe teve um grande deslocamento de pessoas para países que não estavam participando das guerras, por causa do medo que tinham, a fome e da violência. O Brasil está dentro desses países que recebem os exilados até os dias de hoje, porque há uma grande expansão territorial, uma mistura de culturas, logo não apresenta um número grande de xenofobia.
Em segunda análise, a ONU publicou que os migrantes vivem em média 17 anos em campos de refugiados, pois os locais que os acolhem não são instalações temporárias, mas sim permanentes. Já que acabam morando em favelas e passam por condições precárias. Contudo, algumas pessoas indicam a xenofobia, que é o preconceito com os estrangeiros, e o racismo principalmente com os que vem do Oriente Médio, tal que o desemprego, vagas em escola e a não aceitação deles na sociedade.
Por conseguinte, o Ministério da Justiça deveria facilitar para os apátridas a sua documentação e moradias fixas em uma boa área, também ajudá-los com o mercado de trabalho, vagas em escolas a fim de que incluem eles na sociedade. A ONU utilizando a mídia poderia realizar campanhas em prol da população aceitarem os com mais facilidades para que os emigrados tenham mais chance de recomeçarem a vida com muito mais tranquilidade e segurança.