As dificuldades do acolhimento de refugiados

Enviada em 05/07/2019

Os conflitos e guerras civis, a violação dos direitos humanos e as más condições de vida têm levado milhares de pessoas, de alguns países como o Oriente Médio a fugirem para outras localidades. Apesar dos riscos que podem enfrentar durante a fuga, que acontece principalmente pelo mar Mediterrâneo ou raramente por terra, seus desafios não terminam com a imigração, ou seja, em algumas nações estes indivíduos muitas vezes não são acolhidos ou sofrem com a xenofobia e o preconceito.

O escritor Castro Alves, em seu poema “Navio Negreiro”, retrata as consequências que ocorriam no transporte dos escravos africanos. Atualmente, em pleno século XXI a situação não é diferente, pois, a realidade dos meios de transportes precários utilizados pelos refugiados são as mesmas. Ainda que, os que conseguem imigrar sofrem para se habitar fora dos campos disponibilizados pela ONU, o que se resulta na sobrevivência em abrigos por prazo indeterminado para não voltar ao seu país de origem por receios e os que conseguem aprovações para outros países continuam a sofrer com a discriminação e a xenofobia.

Entretanto, segundo a ONU há cerca de 70 milhões de refugiados no mundo, porém, ainda que seja uma grande escala populacional  de imigrantes os mesmos vivem em situações totalmente desumanas por falta de recursos para se manterem no país e mesmo assim á controversas de algumas pessoas por ignorância, usando como motivo o medo da concorrência de emprego e a falta de solidariedade com este povo sofrido.

Portanto, pode-se concluir que é essencial combater o preconceito e a discriminação por meio das mídias, direcionando para toda a população outdoors e propagandas de engajamento que os conscientize da realidade desses refugiados em seu país de origem com o objetivo de proporcionar a integração social e diminuir a xenofobia. Devendo também os governadores juntamente com a ONU estabelecer ações que possibilitem o acolhimento solidário criando cotas de asilos para dividir as habitações entre os países, assim, podendo acolher e enfim promover uma mudança.