As dificuldades do acolhimento de refugiados
Enviada em 09/07/2019
Em 1951, a Organização das Nações Unidas (ONU) criou um Estatuto dos Refugiados que prevê seus direitos, sendo alguns deles o acolhimento e condições básicas de vida. Como também constatou a maior crise humanitária no século XXI. Assim, segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), houve um desencadeamento de maiores índices de imigrantes devido diversos motivos, podendo ser eles políticos, religiosos, guerras, entre outros.
Nessa perspectiva, é evidente que a cada ano, o volume de refugiados cresce constantemente. Ademais, decorrendo disso, consequências são geradas tanto para tal indivíduo quanto para o país do seu destino. A alteridade - aceitação do outro - e o pluralismo - reconhecimento das diferenças - são palavras-chave para representar uma das principais dificuldades vivenciadas pelos refugiados. A xenofobia - intolerância com os imigrantes - é o resultado dessa junção.
Além disso, essas pessoas que passam por migrações forçadas sofrem com a barreira da língua estrangeira, tendo obstáculos de se inserir socialmente, retomar os estudos e conseguir um emprego. Em alguns países, o governo disponibiliza uma base de estudo para os refugiados; Todavia, em outros, essa ação não é realizada, complicando o meio comunicativo.
Em síntese, é clara a necessidade de uma melhor inclusão e receptividade dos refugiados nos respectivos países. Nesse sentido, ONGs defensoras de Direitos Humanos devem por meio midiático, explicar sobre a situação precária dos imigrantes em seus países repulsivos, com o objetivo de minimizar tais atos xenófobos. Além disso, os Estados devem fornecer uma base escolar em função do seu idioma para os refugiados. Dessa forma, as dificuldades expostas poderão ser atenuadas.