As dificuldades do acolhimento de refugiados

Enviada em 13/07/2019

“Sonho com o dia em que todos levantar-se-ão e compreenderão que foram feitos para viverem como irmãos.” A Frase do ativista político Africano Nelson Mandela, faz menção exatamente ao oposto vivenciado na sociedade contemporânea em a que xenofobia impede que efetivamente seja essa ideia algo concreto. Porém, apesar de laboriosa de ser alcançada, não é intangível.

Primeiramente, é preciso esclarecer que a xenofobia é a aversão a estrangeiros, um exemplo claro e atual e sobre a guerra civil na Síria em que a quantidade de refugiados que procuram asilo em outros países chegou a números alarmantes, crescendo concomitantemente o ódio e receio por parte dos nativos desses países receptores, baseando principalmente ao receio de que os imigrantes ocupem seus lugares na área de trabalho.

Ademais, os refugiados quando não ficam em campos e conseguem asilo, além de se depararem com as dificuldades de largar a vida que construíram para trás e enfrentarem o preconceito de uma sociedade divergente, ainda sofrem com as adaptações de moradias em periferias, empregos subumanos, algo extremamente preocupante tendo em vista que o número de refugiados, segundo informações da Organização das Nações Unidas beiram atualmente a casa dos 65,8 Milhões.

Portanto, analisando a conjuntura dos fatos para se alcançar uma sociedade em que todos vivam como irmãos. É mister que o Governo federal promova o acolhimento e a inserção dos refugiados deliberando projetos de leis que sejam rigorosamente cumpridos, bem como a própria sociedade se conscientize que os refugiados não são delinquentes e precisam de apoio praticando mas empatia com o próximo, pois sim somos todos irmãos.