As dificuldades do acolhimento de refugiados
Enviada em 14/07/2019
Durante a Segunda Guerra Mundial, devido a conflitos e perseguições, à prática do refúgio se proliferou trazendo consigo consequências. Mesmo com o lapso histórico-temporal, ainda é perceptível esse movimento migratório se dando em destaque na atualidade. Nessa perspectiva, é importante analisar as causas que fazem milhares de pessoas saírem de seus países de origem, ilegalmente, em busca do seu bem-estar social.
Como em uma narrativa Kafkiana, a sociedade assiste perplexa ao descaso dos refugiados. Onde, o desafio mais acentuado é a receptividade, por conta que muitos países ainda são considerados xenofóbicos, o que fazem esses foragidos migrarem para lugares de pouca infraestrutura e saneamento básico. Portanto, há uma série de fatores que fazem com o que essas pessoas se refugiem em outros países, como: guerras, pobreza extrema, repressão religiosa, política e racial.
Dessa forma, é importante ressaltar, que segundo dados, metade do número de refugiados são crianças. Eventualmente, muitas vezes não conseguem chegar ao país desejado, devido a fome e sede durante a jornada longa e perigosa. Ao fazer analogia, podemos exemplificar com o caso da menino da Síria, que durante uma tentava de fuga, morre juntamente com seus pais, afogados após um naufrágio. Segundo Aristóteles, ‘‘O homem é um ser social’’ .Sobretudo a integração e acolhimento dos refugiados seja qual for o país, é essencial para seu desenvolvimento.
Diante disso, os poderes públicos dos países, devem investir em ações de acolhimento, por meio de incentivo a ONG’s, os quais em conjunto fariam projetos de doações de alimento e objetos pessoais juntamente com a população, permitindo dentre outras coisas o oferecimento de moradia por um determinado tempo. Além disso, a mídia deve investir em propagandas, trazendo assuntos sobre o respeito a essas pessoas, afim de atenuar todo tipo de opressão e massacres sobre esses refugiados. Só assim, promovendo a integração social que Aristóteles tanto considerava.