As dificuldades do acolhimento de refugiados
Enviada em 10/07/2019
Após a as perseguições do estado nazista na década de 1930, os números de refugiados cresceu muito, sendo então criado o acordo de Genebra, que estabeleceu os direito dos refugias em 1951. Hodiernamente, as pessoas em estado de vulnerabilidade têm encontrado adversidades na tentativa de exílio em outros países. Nesse ínterim, nota-se uma resistência de alocação dessas pessoas, manifestado, principalmente, em condutas xenofóbicas acrescido pela ausência de amparo social introduzindo-os à marginalização.
Como primeira perspectiva, nota-se que os estado de guerra e perseguição em determinadas nações fomenta a fuga de civis para locais mais seguros. No entanto, esses não são devidamente acolhidos, devido a uma onda inflamada do nacionalismo, onde os nativos e alguns governantes defendem a ideia que os refugiados são uma ameaça para a cultura local remontando assim, a visão nazista e preconceituosa que foi abolida há anos. Isso é exemplificado na novela “Órfãos da Terra”, onde uma família de refugiados sírios são associados a terrorista, evidenciando o comportamento xenofóbico e estereotipado da população.
Outro ponto que merece atenção, é o estado de fragilidade social dos expatriados o que infere diretamente na independência desses indivíduos. De acorde com o Escritório do Alto Comissariado de Ajuda a Refugiados (ACNUR ) da ONU, em 2008 foram 31,7 milhões de pessoas ajudadas, quais estavam em situação de despojada de segurança básica necessária para sobreviver, sendo que mais de 40% desses permanecem nos alojamentos por ausência de trabalho e escolaridade que garantam o se desenvolvimento social. Destarte, esse fator de invisibilidade social dos refugiados atuam em um fluxo crescente que integra uma mazela social cada vez maior.
Nessa conjuntura, portanto, a fim de ofertar uma vida dígina a todos, tratados interacionais que vislumbrem a vivência em harmônia entre nações devem ser mais discutidos. Logo, organizações pacificadoras deveram criar, junto aos países, novos regulamentos para o acolhimento e a socialização de refugiados nos devidos territórios, através de parcerias com empresas privadas fornecer vagas de emprego e qualificação profissional para os mesmos. Deverá também, implementar, a inserção acadêmica dos mais jovens, para assim mitigar a situação de vulnerabilidade dos refugiados.